Após atraso em obras, Governo anuncia data da entrega do Hospital João Câncio Fernandes

A unidade hospitalar será uma referência para a Regional do Purus

Iniciada em 2019, a obra de reconstrução do Hospital João Câncio Fernandes, em Sena Madureira, está prestes a ser concluída. A informação foi dada pelo secretário de Obras do Estado (Seop), Ítalo Lopes, em entrevista ao podcast do ContilNet, Em Cena, nesta segunda-feira (10).

Unidade hospitalar será referência em atendimento na regional do Purus. Foto: Marcos Vicentti/Secom

Os investimentos para a reforma e ampliação do Hospital João Câncio Fernandes giram em torno de R$ 12 milhões, provenientes de recursos próprios do estado e de emenda parlamentar do então deputado federal e atual senador Alan Rick.

Ítalo é secretário de Obras no Governo/Foto: ContilNet

A unidade hospitalar será uma referência para a Regional do Purus, ao garantir à população e aos servidores uma estrutura de qualidade, que contará com centro cirúrgico, raio-X, setor administrativo, sala de estabilização de pacientes, consultórios médicos e um total de 50 leitos de enfermaria.

“No João Câncio, eu encontrei o maior desafio até hoje, como técnico e secretário. Não só o desafio da obra, mas também administrativo, a paralisação da obra e vários elementos que atrasaram a entrega. No entanto, estamos superando isso. Quem passa pela frente do hospital olha muito para a ampliação, mas, quando a gente olha para o prédio que já existia e foi reformado, aquele prédio está pronto. O prédio, em si, está pronto. Estamos fazendo a instalação da tubulação de incêndio. No final de fevereiro, teremos o prédio pronto”, afirmou.

Hospital Estadual João Câncio Fernandes, em Sena Madureira, tem investimentos de R$ 12,5 milhões Foto: projeto

Ítalo disse que a Seop e a Sesacre estão nos últimos ajustes para fazer a ligação da energia.

“Em março, as pessoas já serão atendidas no João Câncio Fernandes”, acrescentou.

Essa é a primeira etapa da obra. “Em seguida, vamos concluir o centro cirúrgico e, depois, a ampliação. E você me pergunta se é suficiente. Digo que sim, pois essa parte que vamos entregar é muito maior do que a área que era utilizada antes da reforma”, concluiu.

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