O Carnaval 2025 em Rio Branco promete agitar as ruas com os enredos vibrantes dos blocos locais, que já estão em plena preparação para o desfile no dia 4 de março, no centro da cidade.
O Bloco Sambase traz o enredo “Revolução Acriana”, homenageando Plácido de Castro e os seringueiros na luta que transformou o Acre em território brasileiro. Inspirado por uma escolha da diretoria há três anos, o samba-enredo, composto por Julinho Marinheiro e Leandro Carvalho, será puxado por mais de 300 pessoas, incluindo 60 ritmistas, passistas, puxadores como Sandrinho da Base e Alex Madureira, e três carros alegóricos que encenarão a Batalha da Revolução Acreana, prometendo grandes surpresas visuais para a avenida.
Já o Bloco Sem Limites aposta em um tema leve e nostálgico com “Brincadeiras de Infância: Alegria Sem Limite”, inspirado nas brincadeiras tradicionais como amarelinha e pique-esconde, que estão desaparecendo com o avanço da tecnologia.
Com cerca de 100 a 150 integrantes, incluindo 35 ritmistas, três intérpretes, rainha de bateria e um carro alegórico, o bloco planeja impactar o público da avenida, com uma ala trazendo crítica social e uma surpresa especial. Ensaios abertos ocorrem na comunidade do bairro José Augusto, de terça a sexta, das 19h às 22h, com um ensaio técnico na quarta-feira, às 18h, no centro da cidade, local do desfile.
O Bloco Unidos do Fuxico apresenta “Lendas, Mistérios e Histórias da Lua Cheia”, um enredo que explora mitos, astrologia e tradições como o papel da Lua para pescadores, São Jorge e ciganos, inspirado nas histórias do cotidiano acreano.
Com 300 a 400 foliões, incluindo 50 ritmistas, uma ala de baianas, dois casais de mestre-sala e porta-bandeira, e dois carros alegóricos, o bloco prepara uma apresentação de 40 a 45 minutos, com surpresas visuais e uma metamorfose na avenida. Ensaios acontecem hoje e amanhã no Mercado do 15, às 19h.
Por fim, o Bloco 6 é D+, com 13 anos de história, leva “O Carnaval Que Você Quer Brincar: Do Passado ao Presente, o Carnaval Sempre Presente”, resgatando o Entrudo português, bailes de máscaras, trios elétricos e o Carnaval de rua com confete e serpentina, em alas que celebram a evolução da folia, puxadas por Dida Oliveira e Magás, em um desfile que mistura tradição e modernidade.
