A morte de Adriano Ferreira da Silva vai ser investigada pelo MinistĂ©rio PĂșblico do Acre (MPAC), por meio da 14ÂȘ Promotoria Criminal. Adriano morreu apĂłs ser espancado por outros presos na madrugada dessa sexta-feira (28), no Complexo PenitenciĂĄrio Francisco DâOliveira Conde.Â

Adriano foi preso acusado de estuprar uma adolescente no abrigo do Parque de Exposição/Foto: Reprodução
O promotor de Justiça, Rodrigo Curti, disse que o MPAC vai investigar a morte do detento, pois segundo ele, Adriano deveria esta sob proteção do estado.Â
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âO MinistĂ©rio PĂșblico do estado do Acre, atravĂ©s da 14ÂȘ Promotoria Criminal de Rio Branco, assim que tomou conhecimento da morte do reeducando Adriano Ferreira no interior do estabelecimento prisional Francisco DâOliveira Conde, adotou todas as providĂȘncias no sentido de apurar as causas da morte do reeducando, que deveria estĂĄ sob a custĂłdia do estadoâ, disse Rodrigo.

Promotor de Justiça, Rodrigo Curti vai investigar as causas da morte de Adriano/Foto: Juan Diaz/ContilNet
Adriano estava foragido a quatro anos do sistema prisional, ele foi recapturado apĂłs ser acusado de estuprar uma adolescente autista, enquanto estava abrigado no Parque de ExposiçÔes.Â
âDestaco que contra ele pesava tambĂ©m um mandado de prisĂŁo a ser cumprido pela vara de execuçÔes penais medidas alternativas, uma vez que ele tava em cumprimento de pena e estava foragido a quatro anos do sistema prisional, foi dado o cumprimento desse mandato, assim ele foi levado para o sistema fechadoâ, destacou o promotor.Â
O promotor de Justiça Rodrigo Curti determinou a junção aos autos de eventuais documentos e arquivos de mĂdia relacionados ao fato, alĂ©m da realização de diligĂȘncias, requerimento de perĂcias, oitivas de testemunhas e demais procedimentos cabĂveis.
TambĂ©m foi expedido um ofĂcio Ă direção do PresĂdio e do Instituto de Administração PenitenciĂĄria do Acre (Iapen) solicitando informaçÔes sobre as providĂȘncias adotadas.
Entre as informaçÔes requeridas estão o protocolo adotado no ingresso do homem no sistema prisional, considerando a natureza do crime pelo qual ele estava preso, as imagens do circuito interno.

