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Saiba quem é o psicólogo suspeito de adotar e fazer rituais com gatos

Por Metrópoles

Um psicólogo morador do Distrito Federal é investigado por praticar experimentos com gatos de uma cor específica. Pablo Stuart Fernandes Carvalho (foto em destaque), 30 anos, teria adotado ao menos 15 felinos em seis meses.

Pablo se graduou em psicologia em uma universidade privada do DF. Em seu currículo Lattes, diz ter experiência com diversos temas na área, principalmente em análise experimental do comportamento.

O suspeito mora em um apartamento no Gama, onde supostamente cuidava dos gatos, e trabalha em uma empresa no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA).

Material obtido pelo Metrópoles


O que aconteceu:

Uma das protetoras chegou a ir à casa de Pablo, mas não encontrou nada que levantasse suspeita. Para ela, seria difícil fazer algum tipo de maltrato a um animal sem que os vizinhos ouvissem.

A reportagem não localizou o psicólogo. O espaço segue aberto para eventuais posicionamentos.

Investigação

Na semana passada, a Polícia Civil do DF (PCDF) intimou Pablo Stuart a prestar depoimento. Ele foi à delegacia, mas permaneceu em silêncio após orientação de um advogado.

O delegado-chefe da DRCA, Jônatas Silva, afirma ao Metrópoles que é cedo para divulgar hipóteses, mas lamenta pela baixa possibilidade de os gatos ainda estarem vivos.

Também não há, neste momento, informações sobre suspeitos de atuarem em conjunto com o psicólogo. As investigações seguem.

O suspeito foi indiciado por crimes contra três dos 15 gatos. Cada indiciamento pode gerar uma pena de até cinco anos de reclusão.

Defesa

Em nota, a defesa de Pablo Stuart Carvalho afirma que são “veementemente falsas as acusações relacionadas aos supostos maus-tratos dos gatos”. “Além disso, são rigorosamente falsas as acusações relacionadas a qualquer tipo de ritual ou experimento”, complementa.

O advogado Carlos Duarte, responsável pela defesa do psicólogo, afirma que os gatos fugiram porque, “em determinado dia”, Pablo teve “problemas relacionados ao seu quadro de depressão e não percebeu que os gatos fugiram”. “Mesmo após procurar os animais, [o suspeito] não conseguiu recuperá-los”.

“Por fim, o psicólogo sente profundo pesar pelo fato dos gatos terem fugido, mas reitera que jamais maltrataria qualquer animal e se coloca à disposição das autoridades para quaisquer esclarecimentos”, encerra o advogado.

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