Um acidente de trânsito ocorrido no inĂcio da tarde desta quinta-feira (16), nas proximidades da Terceira Ponte, em Rio Branco, resultou na morte de um funcionário da empresa VIP Vigilância EletrĂ´nica e deixou outras trĂŞs pessoas gravemente feridas. A colisĂŁo envolveu uma caminhonete modelo Ford Ranger, de cor vermelha e placa EEP-2E06, que trafegava no sentido Ceasa–Terceira Ponte quando o condutor perdeu o controle do veĂculo, invadiu a pista contrária e atingiu trĂŞs motocicletas, duas delas pertencentes Ă empresa de monitoramento eletrĂ´nico.

A famĂlia segue pressionando os policiais/Foto: Reprodução
De acordo com testemunhas, o impacto foi violento. Um dos motociclistas da VIP morreu ainda no local. As outras trĂŞs vĂtimas foram socorridas em estado grave por equipes do Serviço de Atendimento MĂłvel de UrgĂŞncia (Samu), que deslocou duas ambulâncias de suporte avançado e uma de suporte básico para o atendimento. A área foi isolada para os trabalhos da perĂcia e a remoção do corpo.
Entenda o caso: Grave acidente de trânsito deixa uma pessoa morta e outras três feridas em via de Rio Branco
A situação se agravou com a revolta de familiares da vĂtima fatal, que questionaram a atuação da PolĂcia Rodoviária Federal (PRF) no local do acidente. VĂdeos registrados por parentes mostram momentos de tensĂŁo e indignação quanto Ă suposta liberação do motorista da caminhonete envolvida na colisĂŁo.
“Por que liberaram o cara? O senhor nĂŁo disse que essa Ă© a jurisdição da PRF? Ele estava no telefone na hora! VocĂŞs nĂŁo vĂŁo dar nenhuma informação para a famĂlia da vĂtima?”, diz um dos familiares visivelmente abalado. Eles tambĂ©m cobraram a identificação dos agentes e a realização do teste do bafĂ´metro no condutor. “Fizeram o teste de bafĂ´metro? Por que ele foi liberado? É porque ele Ă© policial? Tava armado!”, questionou um parente.
Em resposta, um dos agentes afirmou que o teste de bafĂ´metro foi realizado e que todas as informações constariam no “Auto de PerĂcia de Acidente de Trânsito”, documento que deve ser concluĂdo em atĂ© cinco dias. Ainda assim, os familiares insistiram por respostas imediatas e acusaram a polĂcia de omissĂŁo e favorecimento.
