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Casa de apostas bancava MC Poze para anunciar sorteios no Instagram

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Casa de apostas bancava MC Poze para anunciar sorteios no Instagram

Patrocinado por casas de apostas, por meio de uma parceria que envolve a divulgação nas mídias sociais de conteúdos e pedidos de inscrições em plataformas, o cantor Marlon Brandon Coelho Couto Silva, 26 anos, conhecido como MC Poze do Rodo, foi alvo de investigações anteriores relacionadas a sorteio de rifas pela internet.

Poze do Rodo foi preso nesta quinta-feira (29/5) devido a uma “sólida ligação” com o Comando Vermelho, como informou a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ).

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MC Poze do Rodo

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Em 2024, MC Poze teve bens apreendidos durante uma operação da PCERJ

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MC Poze chegando em um show

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O sábio, primeiro álbum gravado de estúdio

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Poze do Rodo posa com seus cordões de ouro para as redes sociais

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O show ocorreu na véspera da operação que deixou um policial civil morto

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Dois fuzis aparecem em dado momento da filmagem

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Vários vídeos circulam nas redes sociais

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Poze do Rodo usou as redes sociais para desabafar

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MC Poze do Rodo

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Vídeo: Poze do Rodo troca socos com seguranças ao tentar invadir boate

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Poze do Rodo posa com um cordão de ouro

Instagram/Reprodução

Em novembro do ano passo, o cantor foi alvo da Operação Rifa Limpa, PCERJ. Na época, ele teve carros de luxo e joias apreendidas.

Recentemente, Poze comemorou nas redes sociais uma decisão da Justiça que determinou a devolução dos bens. Entre os itens restituídos, estão uma Land Rover, uma BMW e um Honda HR-V.

Saiba mais:

Operação Rifa Limpa

A investigação da polícia revelou que o grupo rifava veículos e transferências Pix, em valores que podiam chegar a R$ 200 mil. No entanto, no caso dos automóveis, a documentação não era passada para o nome dos vencedores.

A polícia apontou que os suspeitos usam parâmetros do sorteio da Loteria Federal e, assim, passam uma aparente impressão de credibilidade e legalidade ao sorteio. Mas não há processo de auditagem oficial para checar o real ganhador, já que eles utilizam um aplicativo customizado com indícios de fraudes, o que torna a prática ilegal.

A coluna Na Mira tenta localizar defesa da casa de apostas. O espaço segue aberto.

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