A cantora Elba Ramalho rompeu o silêncio nesta quinta-feira (15), após ser citada em uma reportagem do Intercept Brasil que envolve o caso de uma menina de 13 anos, vítima de estupro, que enfrentou uma batalha judicial para conseguir realizar um aborto legal. A artista, que figura como presidente de honra da Rede Nacional em Defesa da Vida e da Família, foi associada à ONG mencionada no material jornalístico.
Segundo a reportagem, a organização teria atuado para dificultar o acesso da adolescente ao procedimento, mesmo ele sendo amparado por lei nos casos de violência sexual no Brasil. O caso ganhou grande repercussão nacional e provocou forte mobilização nas redes sociais.
A cantora Elba Ramalho rompeu o silêncio nesta quinta-feira (15), após ser citada em uma reportagem do Intercept Brasil / Reprodução
Em sua conta oficial, Elba divulgou um posicionamento negando envolvimento com as decisões da ONG. “Como mãe de quatro filhos e madrinha de mais de uma dezena, recebo com carinho as homenagens como presidente de honra de diversas instituições que tanto me enobrecem. Sou madrinha de hospitais, creches, quadrilhas juninas, redes de apoio à mulher e contra a violência infantil, ONGs em favor da adoção, da vida, da paz, da liberdade e dos desamparados”, escreveu a cantora.
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Ela também destacou que não participa da administração das entidades com as quais tem vínculo simbólico. “Não possuo responsabilidade alguma sobre a gestão operacional dessas entidades. Aguardo um posicionamento da Rede Colaborativa para que a verdade seja restabelecida”, afirmou. Após a publicação, Elba desativou os comentários da postagem.
A artista concluiu sua mensagem dizendo lamentar o episódio e reforçou sua postura diante das críticas: “Lamento profundamente as pedras injustas lançadas por pessoas desinformadas. Reafirmo que sou uma artista brasileira com valores inegociáveis, caráter íntegro e um coração cheio de disposição para servir. Quem me conhece, sabe!”
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