“A bola pula como um coelho”: técnico do PSG critica gramados dos EUA após vitória no Mundial de Clubes

Luis Enrique desabafa sobre condições dos campos e pede atenção da Fifa: “Não dá para ter buracos em gramados de competição internacional”

Após a vitória do Paris Saint-Germain (PSG) sobre o Seattle Sounders, na terceira rodada da Copa do Mundo de Clubes, o técnico Luis Enrique elogiou o desempenho da equipe, mas não poupou críticas às condições dos gramados utilizados no torneio nos Estados Unidos.

A bola pula como se fosse um coelho”, disse o treinador, durante entrevista coletiva após a partida, realizada no estádio Lumen Field. Segundo ele, o gramado sintético e os buracos em alguns campos estão longe do padrão europeu e dificultam o estilo de jogo do PSG.

— Em termos de estrutura, o estádio é incrível. Mas o gramado… é muito diferente da Europa. Não tem como jogar com suavidade. A bola não rola, ela pula. Irrigaram no intervalo, o que ajudou, mas a FIFA precisa se atentar — criticou.

Luis Enrique ainda mencionou que não se importa com a distância entre os vestiários e o campo, mas frisou que “em uma competição de alto nível, é inaceitável ter buracos no gramado ou campos de treino inadequados”.

Luis Enrique durante PSG x Seattle Sounders — Foto: Buda Mendes/Getty Images

PSG avança e aguarda adversário nas oitavas

Com a vitória, o PSG garantiu a liderança do Grupo B e avançou para as oitavas de final. O próximo desafio será no domingo (30), às 13h (horário de Brasília), contra o segundo colocado do Grupo A — que no momento é o Inter Miami, de Lionel Messi, que enfrentaria o Palmeiras ainda na noite de segunda.

Questionado sobre possíveis adversários, Luis Enrique evitou projeções: “Tem o Porto, o Palmeiras… vamos esperar os resultados”.

Outras declarações de Luis Enrique

  • Sobre o jogo contra o Seattle Sounders:
    “Foi difícil. Eles jogaram bem, pressionaram, competiram em alto nível. Merecemos vencer, mas não foi simples.”

  • Sobre a derrota anterior para o Botafogo:
    “Não foi acidente. Merecemos perder aquela partida.”

  • Sobre Franco Mastantuono, do River:
    “Conheço, sim. Todo jogador pode um dia fazer parte do PSG.”

  • Sobre Marcelo Gallardo:
    “Um dos melhores técnicos do futebol moderno. Gosto muito de assistir seus jogos.”

  • Sobre a frequência do Mundial de Clubes:
    “Fazer esse torneio a cada dois meses? Só se os jogadores fossem máquinas. É preciso equilíbrio. Os atletas precisam de descanso.”

  • Sobre o novo formato da competição:
    “A ideia é bonita. Ver clubes de vários continentes, com estilos próprios, é inspirador. Tem tudo para se tornar uma marca forte no futebol global.”

🔗 Fonte: Globo Esporte – ge.globo.com
Matéria reescrita por ContilNet.

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