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Acre entra no terceiro mês seguido no aumento da geração de emprego

Por Tião Maia, ContilNet

Maio de 2025 foi encerrado como o terceiro mês seguido em que o Acre apresentou resultados positivos na geração de empregos, segundo o Caged, sigla do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, um dispositivo legal utilizado pelo Ministério do Trabalho e Emprego para acompanhar a situação da mão de obra formal no Brasil, com o levantamento de dados de geração de emprego e desemprego no país. De acordo com a organização, após três meses consecutivos de queda, entre o fim de 2024 e janeiro deste ano, o Estado do Acre teve mais contratações que demissões em fevereiro, março e abril. Somente o setor de construção civil teve saldo negativo. Os dados se mantiveram em maio, mas os números do último mês ainda não foram tabulados.

Acre acompanha o ritmo da economia no país e entra no terceiro mês seguido no aumento da geração de emprego. Foto: Reprodução

O saldo foi de 760 vagas no mês de abril e, assim, o Acre chegou ao terceiro mês consecutivo de resultado positivo na geração de emprego, conforme o levantamento. No quarto mês, foram 4.660 admissões e 3,9 mil desligamentos no Estado. O estoque mensal, a quantidade de pessoas empregadas com carteira assinada, aumentou para 111,8 mil, a maioria no setor de serviços.

Em relação ao mês de março, o resultado representa um aumento de 114,6%, já que, no mês anterior, haviam sido geradas 354 vagas. Confira o aumento de vagas por cada setor da economia:

Como é possível perceber pela pesquisa, somente o setor de construção civil teve saldo negativo no mês de abril. Naquele mês, o Acre foi o estado com o maior custo da construção civil no país, com o metro quadrado a R$ 2.070.

No país, a economia brasileira gerou 257,5 mil empregos formais em abril deste ano, segundo informou o Ministério do Trabalho e do Emprego. A taxa de desemprego no país subiu para 7% no primeiro trimestre de 2025, uma alta de 0,8 ponto percentual (p.p.) em relação ao trimestre anterior (6,2%). Na comparação com o mesmo período de 2024, porém, houve queda de 0,9 p.p. (era 7,9%). A taxa de desemprego de 6,6% registrada no trimestre encerrado em abril deste ano é a menor para o período desde 2012, quando a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Contínua começou a ser realizada. Em abril do ano passado, por exemplo, a taxa era de 7,5%.

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