A causa da morte de Juliana Marins foi revelada, após o corpo da jovem brasileira passar por autópsia em uma unidade de saúde da Indonésia, na noite de quinta-feira (26/6). O médico legista Ida Bagus Putu Alit, em entrevista coletiva, deu detalhes sobre o caso e descartou que ela tenha sobrevivido longas horas.
“Os ferimentos mais graves estavam no tórax, especialmente na parte de trás do corpo, onde o impacto comprometeu órgãos internos ligados à respiração”, declarou ele.
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Segundo o especialista, a publicitária também teve escoriações generalizadas nas costas e nos membros superiores e inferiores, além de ferimentos na região da cabeça.
Tempo de sobrevivência
Ainda durante a conversa com a imprensa, Ida Bagus Putu Alit relatou que a jovem brasileira faleceu nos primeiros minutos após a queda, não havendo indícios de que tenha sobrevivido por um longo período.
Ela foi encontrada morta quatro dias depois
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Juliana Marins pouco antes do acidente
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Brasileira caiu em um penhasco durante trilha na última sexta-feira (20/6)
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Juliana Marins
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Juliana Marins
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Juliana Marins
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Juliana Marins
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Juliana Marins
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Tragédia ocorreu no vulcão Rinjani, na Indonésia
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Vulcão Indonésia
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Resgate
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Resgate de Juliana
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Resgate de brasileira
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Resgate na Indonésia
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“Estimamos que, no máximo, 20 minutos depois do trauma, ela já não apresentava mais sinais vitais. Não há sinais de hipotermia ou sofrimento prolongado após a lesão. A causa direta da morte foi o impacto e a quantidade de sangue acumulado dentro da cavidade torácica”, detalhou.
E completo: “Não havia os sinais clássicos de hipotermia, como necrose nas extremidades ou coloração escura nos dedos. Isso nos permite afirmar com segurança que a hipotermia não foi a causa”, observou.
Autópsia no hospital
O corpo de Juliana Marins passou por autópsia no Hospital Bali Mandara, na ilha de Bali, ainda na noite de quinta-feira (26/6). O legista ainda apontou outro detalhe que dispensa a motivação traumática:
“Observamos, por exemplo, um ferimento na cabeça, mas sem sinais de hérnia cerebral — uma condição que costuma se desenvolver após várias horas ou dias do trauma. O mesmo se aplica ao tórax e ao abdômen: houve sangramento intenso, mas nenhum sinal de retração nos órgãos que indicasse hemorragia lenta. Esses elementos reforçam que a morte aconteceu logo após os ferimentos”, determinou.

