Review: Death Stranding 2: On the Beach aprofunda as excentricidades de Kojima

A sequência do aclamado jogo promete uma jornada ainda mais ousada, explorando novas paisagens e conceitos

Poucos jogos foram tão divisivos quanto o primeiro Death Stranding. No entanto, Hideo Kojima retorna com uma sequência que abraça ainda mais suas peculiaridades e reflexões. Death Stranding 2: On the Beach não é apenas uma continuação; é uma caminhada mais assertiva por caminhos já conhecidos, mas agora expandidos por novos cenários, ideias mais audaciosas e um senso de propósito que só um autor tão original como Kojima poderia apresentar. O review foi feito com uma cópia do jogo cedida pela PlayStation.

Foto: Divulgação

A travessia segue seu curso

Hideo Kojima nunca foi de seguir o caminho mais óbvio. O criador japonês trilha suas próprias veredas, onde o previsível não encontra espaço. Death Stranding 2: On the Beach carrega essa assinatura de forma ainda mais evidente: é uma sequência que não tenta replicar o sucesso, mas sim seus silêncios. Agora, Sam Porter Bridges deixa as montanhas nevadas dos EUA para atravessar desertos e penhascos no México e na distante Austrália, com a mesma missão anterior: conectar o mundo, um passo de cada vez.

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