“Castanheiras Solitárias”: exposição fotográfica de Vitor Jorge homenageia a natureza resiliente no Acre 

A mostra será aberta ao público no dia 25 de julho, às 16h, no Galpão Buriti do Horto Florestal, em Rio Branco

A natureza amazônica e sua força silenciosa ganham destaque na exposição fotográfica Castanheiras Solitárias, assinada pelo fotógrafo Vitor Jorge. A mostra será aberta ao público no dia 25 de julho, às 16h, no Galpão Buriti do Horto Florestal, em Rio Branco (AC), com entrada gratuita.

A iniciativa é fruto de um olhar poético sobre às árvores monumentais que resistem ao tempo e às mudanças do ambiente, permanecendo firmes mesmo quando solitárias na paisagem. As imagens foram captadas durante viagens pelo Acre, revelando a beleza, imponência e importância simbólica dessas espécies para a cultura, a economia e a memória coletiva do povo amazônico.

Além da exposição, o projeto oferece oficinas gratuitas de introdução à fotografia, que ocorrerão nos dias 1º e 15 de agosto, às 14h, voltadas especialmente para a comunidade local. As atividades pretendem estimular o olhar artístico e promover o cuidado com o patrimônio natural da região.

“Mais do que fotografar árvores, eu quis registrar uma ideia de resistência e pertencimento. Cada castanheira que fotografei carrega em si uma história. Elas estão ali, firmes, mesmo sozinhas, como guardiãs silenciosas da floresta e da nossa identidade amazônica”, afirma o fotógrafo Vitor Jorge.

Reconhecido por seu olhar versátil e sensível, Vitor Jorge se destaca pela habilidade em unir técnica e emoção, trazendo à tona o essencial de cada imagem. Seu trabalho revela um equilíbrio entre o cuidado estético e a autenticidade do instante vivido, marca presente em diferentes segmentos de sua trajetória, especialmente na fotografia de cena e projetos autorais como este.

A mostra será aberta ao público no dia 25 de julho, às 16h, no Galpão Buriti do Horto Florestal, em Rio Branco. Foto: Ascom

Castanheiras Solitárias é uma realização com apoio da Prefeitura de Rio Branco, Ministério da Cultura, Fundação Elias Mansour e do Programa Cultura Viva, por meio da Lei Aldir Blanc.

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