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Desabafo emocionado! Deolane Bezerra chora e promete lutar contra processo

Por Redação

A influenciadora Deolane Bezerra se manifestou pela primeira vez após a decisão da juíza Andréa Calado da Cruz, da 12ª Vara Criminal da Capital de Pernambuco, que remeteu à Justiça Federal o processo envolvendo seu nome e o de sua mãe, Solange Bezerra.

A mudança de instância foi determinada nesta segunda-feira (28/7), dentro das investigações da Operação Integration, que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado a jogos de azar.

Reprodução/Redes sociais.

Prometeu travar guerra

Em uma live publicada em seu perfil no Instagram, Deolane apareceu ao lado da irmã, Daniele Bezerra, visivelmente abalada. A influenciadora contou que, mesmo após o pedido de arquivamento feito pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), não conseguiu comemorar por completo. Segundo ela, a notícia de que o processo seria transferido para a esfera federal acendeu um novo alerta.

“Quem viu minha mãe chorando e vê até hoje sou eu. Eu vou travar de agora por diante [uma guerra], todos os dias eu vou falar da Operação Integration aqui”, desabafou.

Deolane também acusou diretamente o delegado responsável pela investigação: “Vocês me prenderam porque mentiram, ludibriaram a Justiça. Você, Paulo Godi, mentiu, ludibriou a Justiça, ludibriou o Ministério Público”.

Chorou ao falar da investigação

A advogada disse ainda possuir comprovantes de que comprou um carro investigado com recursos declarados, e afirmou que o veículo sequer chegou a ser vendido, contrariando o que teria sido apontado nos autos.

“Você falou que eu não tinha dinheiro para comprar o carro e eu tinha 40 milhões declarados em uma única empresa. Eu não aguento mais isso”, declarou.

Chorando, Deolane também culpou a operação pelos danos à sua imagem e à saúde emocional de sua família:

“Vocês acabaram com a minha imagem, com a minha reputação, com a saúde mental da minha mãe e a minha também. E vocês não vão continuar, porque agora está travada a guerra”.

Relembre detalhes do caso:


Fonte: Metrópoles

Redigido por ContilNet.

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