A britânica Bonnie Blue, de 26 anos, Ă© a protagonista de um polĂŞmico documentário que vai ao ar nesta terça-feira (29/7), no Channel 4, no Reino Unido. A produção acompanha a vida da modelo, influencer e ex-produtora de conteĂşdo adulto, que ficou conhecida por, supostamente, quebrar um recorde sexual inĂ©dito: ela teria tido relações com 1.057 homens em um perĂodo de 12 horas.
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A maratona, realizada em uma mansĂŁo em Londres com participação de fĂŁs de várias regiões, chamou atenção da mĂdia e deve gerar uma onda de reclamações ao ĂłrgĂŁo regulador da TV britânica, segundo estimativas. A prĂłpria Bonnie admitiu surpresa com a quantidade de cenas explĂcitas incluĂdas no programa, mas apoiou a decisĂŁo da diretora Victoria Silver, que a acompanhou por seis meses.

Em entrevista ao jornal The Sun, Bonnie revelou os efeitos fĂsicos mais intensos apĂłs o desafio: “Meu maxilar doeu mais do que qualquer outra parte do corpo. Minhas pernas tambĂ©m estavam em chamas”, contou.
O evento gerou controvérsias. A modelo foi criticada após um dos participantes afirmar que não usou preservativo, levantando preocupações sobre a segurança do grupo. Bonnie também foi banida da plataforma de conteúdo adulto OnlyFans pouco depois do feito.
AlĂ©m das crĂticas ao seu trabalho, a jovem diz lidar diariamente com ameaças de morte. “Faz seis meses que nĂŁo saio sozinha. Simplesmente nĂŁo Ă© mais seguro”, afirmou.
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Bonnie foi demitida da universidade que trabalhava por transar com os alunos
Foto: Instagram/Reprodução
Ela alega ter batido o recorde mundial
Reprodução redes sociais
A influenciadora tem histĂłrico polĂŞmico
Foto: Instagram/Reprodução
Bonnie Blue
Foto: Instagram/Reprodução
O documentário também confronta suposições sobre traumas do passado que supostamente justificariam sua atuação na indústria adulta. Bonnie rebate: “As pessoas querem que eu diga que vivi algo traumático. Mas não aconteceu. Faço isso porque gosto de sexo.”
A diretora Victoria Silver defendeu a inclusĂŁo de material explĂcito no especial: “Se fosse um filme sobre um mĂşsico, o trabalho dele estaria lá. Acho essencial mostrar o que ela faz.”

