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Moraes ameaça prender parlamentares em acampamento no STF. Deputado afirma que estava em outro estado

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Moraes ameaça prender parlamentares em acampamento no STF. Deputado afirma que estava em outro estado

O Ministro do Supremo Tribunal (STF), Alexandre de Moraes, autorizou na última sexta-feira (25/7) a prisão dos parlamentares que estiverem em acampamento montado no entorno de Brasília, entre eles, está o deputado federal Cabo Gilberto (PL-PB). Os políticos estavam instalados na Praça dos Três Poderes, próximo ao prédio da Corte. No entanto, o parlamentar da Paraíba afirma que está em sua cidade natal desde quinta-feira (24/7) e aponta perseguição. 

Em conversa com a reportagem do Portal LeoDias, o deputado afirmou que a decisão se trata de perseguição por parte de Alexandre de Moraes, já que o mesmo se encontra na Paraíba desde a madrugada de quinta-feira (24/7) e foi visto em eventos políticos ao lado de Michele Bolsonaro. 

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Alexandre de Moraes durante o 13º Fórum Jurídico de LisboaReprodução: YouTube/IDP
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Ministro Alexandre de Moraes é o relatorReprodução: TV Justiça

O documento assinado por Moraes foi um pedido da Procuradoria Geral da República (PGR). No despacho, foi autorizado que a polícia retirasse os parlamentares presentes no local, e, aqueles que não aceitassem deixar a Praça, teriam sua prisão permitida. 

Também foi determinada a proibição de novas instalações de acampamentos em um raio de 1km do local. “Para garantir a segurança pública e evitar novos eventos criminosos semelhantes aos atos golpistas ocorridos em 8/1/2023, determinou a proibição de qualquer acampamento em um raio de 1KM da Praça dos Três Poderes, Esplanada dos Ministérios e, obviamente, em frente aos quartéis das Forças Armadas”, pontuou. 

A ação de montar barracas na Praça dos Três Poderes teve início na sexta-feira (25/7), após o deputado federal Hélio Lopes (PL-RJ) se instalar no local em uma greve de silêncio para protestar contra as medidas do tribunal. 

Além de Cabo Gilberto e Hélio Lopes, outros três parlamentares foram mencionados na decisão: Sóstenes Cavalcante (PL-AL), Coronel Chrisóstomo (PL-RO) e Rodrigo da Zaeli (PL-MT).

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