Ícone do site ContilNet Notícias

O pedido de Lula a um ministro sobre a saída do Brasil do Mapa da Fome

Por

o-pedido-de-lula-a-um-ministro-sobre-a-saida-do-brasil-do-mapa-da-fome

O pedido de Lula a um ministro sobre a saída do Brasil do Mapa da Fome

O ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, fez questão de ligar para Lula nesta segunda-feira (28/7), para informar que o Brasil saiu oficialmente do Mapa da Fome da ONU — promessa de campanha do petista.

A ligação foi feita direto da Etiópia, onde o ministro participa de um evento da ONU sobre segurança alimentar. Segundo apurou a coluna, o ministro ligou para o presidente  durante o intervalo da cerimônia.

3 imagensFechar modal.1 de 3

Em meio à tentativa de aumentar sua popularidade, Lula tem feito pedidos a seus ministros

Ricardo Stuckert/PR2 de 3

Para Wellington Dias, governo dos EUA adotaria mesma postura do Brasil em situação inversa

Reprodução3 de 3

Para Dias, preços maiores refletem aumento da renda e maior consumo de alimentos

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

Lula quer comemorar a notícia em um grande evento. De acordo com auxiliares presidenciais, o petista pediu ao ministro que a cerimônia ocorra em uma das cozinhas solidárias apoiadas por programas sociais do governo.

Leia também

O governo também pretende explorar o tema durante discursos e campanhas. A ideia é reforçar que o Brasil entrou no Mapa da Fome durante o governo Jair Bolsonaro (PL) e saiudurante a gestão petista.

O que é o Mapa da Fome?

No início de julho, a coluna antecipou que o governo Lula já esperava redução “significativa” nos indicadores da fome no país, no relatorio que seria divulgado pela ONU no final do mês.

Sair do Mapa da Fome significa que menos de 2,5% da população brasileira enfrenta subalimentação crônica — uma referência usada pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

A marca é vista dentro do Palácio do Planalto como uma vitória do Bolsa Família reestruturado, do aumento no financiamento de merendas escolares e da expansão das cozinhas solidárias em regiões mais vulneráveis.

Sair da versão mobile