A Expoacre 2025 se firma, cada vez mais, como vitrine de negócios e entretenimento, mas também representa uma oportunidade de renda extra para pequenos comerciantes.
Entre barracas de comidas típicas e bebidas, trabalhadores autônomos aproveitam o evento para aumentar o faturamento e, em alguns casos, fazer o chamado “pezinho de meia” para o restante do ano.
A comerciante Neide participou pela primeira vez do evento e comemorou o bom movimento. “As vendas estão ótimas. Passa muita gente por aqui. Tá dentro do que eu esperava, sim”, afirmou.
Segundo ela, o segundo dia foi o melhor até agora, coincidentemente o mesmo da apresentação do cantor Gusttavo Lima, um dos principais nomes da programação musical da feira.
Em contrapartida, para a vendedora Maria Dora, que participa da Expoacre há 30 anos, a edição de 2025 trouxe dificuldades.
“Depois que mudaram a nossa área, ficou um ponto cego. Não vendemos quase nada”, reclamou. Ela apontou a noite de segunda-feira como a pior, atribuindo o baixo movimento à combinação entre o show de Zezé Di Camargo e a chuva.
Apesar dos obstáculos, Maria aposta em dias melhores até o fim do evento.
“Sábado vai bombar. Já domingo, nem tanto. É o último dia, muita gente trabalha na segunda, o pessoal vai embora cedo”, avaliou.
A feira, que reúne grandes empresários e marcas regionais, também continua sendo espaço importante para o microempreendedor, especialmente no setor alimentício. Com a expectativa de público crescente nos próximos dias, os vendedores se preparam para as últimas noites com esperança de fechar o evento com saldo positivo.
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