No segundo trimestre de 2025, a taxa de desemprego apresentou uma queda significativa em 18 estados brasileiros, conforme revelado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral, divulgada recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em contrapartida, nove unidades da federação, incluindo o Acre, mantiveram índices estáveis, sem variações expressivas em comparação ao primeiro trimestre deste ano.
as unidades que permaneceram estáveis são: Pernambuco, Distrito Federal, Sergipe, Acre, Roraima, Tocantins, Paraná, Mato Grosso e Rondônia.as unidades que permaneceram estáveis são: Pernambuco, Distrito Federal, Sergipe, Acre, Roraima, Tocantins, Paraná, Mato Grosso e Rondônia/ Foto: Reprodução
Entre os estados que registraram diminuição na taxa de desemprego estão Santa Catarina, Goiás, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Maranhão, Alagoas, Amapá, Piauí, Paraíba, Minas Gerais, Pará, Bahia e Amazonas. Já as unidades que permaneceram estáveis são: Pernambuco, Distrito Federal, Sergipe, Acre, Roraima, Tocantins, Paraná, Mato Grosso e Rondônia.
As taxas de desemprego mais elevadas foram observadas em Pernambuco (10,4%), Bahia (9,1%) e no Distrito Federal (8,7%). Por outro lado, Santa Catarina se destacou com a menor taxa do país, apenas 2,2%, seguida por Rondônia (2,3%) e Mato Grosso (2,8%). A média nacional de desemprego ficou em 5,8%, uma redução em relação aos 7% do primeiro trimestre, representando o menor índice para o período desde 2012.
Além disso, o percentual de desalentados — aqueles que desejam trabalhar, mas já desistiram de procurar emprego — atingiu 2,5% no país. Os estados com as maiores proporções de desalentados foram Maranhão (9,3%), Piauí (7,1%) e Alagoas (6,9%). Em contrapartida, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul apresentaram os menores índices, com 0,3% e 0,8%, respectivamente.
A taxa de informalidade, que se refere a trabalhadores sem carteira assinada, correspondeu a 37,8% da população ocupada no Brasil. Os estados com as maiores taxas de informalidade foram Maranhão (56,2%), Pará (55,9%) e Bahia (52,3%). Santa Catarina, novamente, se destacou como a unidade da federação com a menor taxa, registrando 24,7%, além de ser a que possui a maior participação da indústria na população ocupada, com 23%, o que pode explicar seus índices mais favoráveis.
