Bebê morreu após comer banana amassada com veneno de rato, diz polícia

Por Metrópoles 29/08/2025

A tatuadora Giovanna Chiquinelli Marcatto, de 26 anos, foi presa na quarta-feira (27/8) suspeita de matar envenenado o filho de 9 meses, o bebê Dante Chiquinelli Marcattto. Para isso, como consta em registros da polícia, ele teria amassado banana com raticida, dando o alimento contaminado à criança, que morreu cerca de três horas depois.

A motivação para o crime é investigada pelo 70º Distrito Policial (Vila Ema), que viabilizou a prisão temporária da tatuadora. Em audiência de custódia, nesta quinta-feira (28/8), a Justiça determinou a manutenção do encarceramento da suspeita — que nega o crime.

Dante morreu logo após a suspeita levá-lo até o Hospital Estadual da Vila Alpina, no dia 26 passado, alegando que o “filho não aparentava estar bem” e quando o caso foi registrado como “morte suspeita” pelo 70º DP (Vila Ema).

Bebê morreu após comer banana amassada com veneno de rato, diz polícia11 imagensTatuadora Giovana Chiquinelli MarcattoTatuadora ccomprou veneno em petshopDante, de 9 meses, foi envenenado três horas antes de morrer Bebê foi fotografado horas antes de ser assassinadoSuspeita registrou caso como "morte suspeita"Fechar modal.Bebê morreu após comer banana amassada com veneno de rato, diz políciaBebê morreu após comer banana amassada com veneno de rato, diz polícia1 de 11

Tatuadora Giovana Chiquinelli Marcatto

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Tatuadora Giovana Chiquinelli Marcatto

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Tatuadora ccomprou veneno em petshop

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Dante, de 9 meses, foi envenenado três horas antes de morrer

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Bebê foi fotografado horas antes de ser assassinado

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Suspeita registrou caso como “morte suspeita”

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Tatuadora comprou veneno de rato em pet shop

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Constatação de envenamento ocorreu um dia após a morte de Dante

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Tatuadora Giovana Chiquinelli Marcatto

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Tatuadora Giovana Chiquinelli Marcatto

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Tatuadora Giovana Chiquinelli Marcatto

Reprodução/Redes sociais

O corpo do bebê foi então submetido a um exame necroscópico, no qual constatou-se que havia partículas de raticida em seu organismo, “indicando que a morte foi provocada por envenenamento”.

O legista responsável pela avaliação, como consta em relatório policial obtido pela reportagem, ainda destacou que a ingestão do veneno de rato ocorreu cerca de três horas antes de Dante morrer. Esse foi o mesmo momento em que a tatuadora deu banana amassada para o filho, como ela mesma teria admitido.

A suspeita de que o veneno não foi ingerido acidentalmente constatou-se pela grande quantidade da substância tóxica encontrada nas vísceras do bebê. O produto, segundo o registro do 70º DP, contém um substância “amargante”, que age com o intuito de impedir a ingestão acidental por crianças.

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Compra e foto

Uma câmera de monitoramento (assista abaixo) registrou o momento em que a tatuadora comprou o veneno de rato — por volta das 15h30 do último dia 25 — em um petshop na região da Vila Independência, onde morava sozinha com a vítima.

O veneno foi usado no dia seguinte e, pouco antes disso, Giovana fotografou com o celular o bebê, que aparece sorrindo nos registros (veja galeria acima).

Com base nas imagens e no exame necroscópico, o 70º DP solicitou a prisão temporária de 30 dias da tatuadora, o que foi aceito pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).

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Ela foi indiciada por homicídio qualificado e seria submetida a uma audiência de custódia, na tarde desata quinta-feira (28/8). A defesa da tatuadora não foi localizada. O espaço segue aberto para manifestações.

O corpo de Dante foi velado e cremado, na noite dessa quarta-feira, no cemitério da Vila Alpina.

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