Durante coletiva à imprensa realizada nesta segunda-feira (11), o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, assinou a nova lei que altera o Código Tributário Municipal, reduzindo de 2% para 1% a alíquota do ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis) para imóveis que abrigam atividades industriais, comerciais e de prestação de serviços no Parque Industrial da capital.
O evento contou com a participação de parte do secretariado municipal, da presidente da Associação Comercial, Industrial, de Serviços e Agronegócio (Acisa), Patrícia Dossa; do titular da Secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia do Acre (Seict), Assurbanipal Mesquita; do deputado federal José Adriano; e de diversos empresários.
Prefeito Tião Bocalom assina lei que reduz alíquota do ITBI para 1% no Parque Industrial/Foto: ContilNet
De acordo com Bocalom, a medida tem como objetivo fomentar o desenvolvimento econômico da cidade, atrair novos investimentos e estimular a regularização de imóveis com potencial produtivo, gerando mais emprego e renda para a população.
“Eu sou a favor de quem se possa fazer tudo pela indústria, pela iniciativa privada. Portanto, se a gente pode fazer alguma coisa por essa classe tão importante para o desenvolvimento de Rio Branco, nós vamos fazer”, pontuou o prefeito.
O secretário municipal de Finanças, Wilson Leite, falou sobre a importância do projeto.
“A gente conseguiu atender esse pleito que a gente acha interessante para o desenvolvimento industrial e comercial de prestação de serviços naquela área, até para atrair novos investimentos. Então, na pessoa do prefeitião Bocalon, a gente entende que é uma gestão voltada para o desenvolvimento, para produzir e para empregar”, afirmou.
Assinatura da lei contou com participação de secretariado, empresários e representantes do setor produtivo/Foto: ContilNet
A presidente da Associação Comercial, Industrial, de Serviços e Agronegócio (Acisa), Patrícia Dossa, que também participou da cerimônia de assinatura, disse que o projeto beneficia a classe empresarial.
Autoridades e empresários reunidos durante coletiva de anúncio da nova medida tributária/Foto: ContilNet
“É um incentivo para que outras empresas se estabeleçam, com esse incentivo e outros incentivos que nós vamos pleitear ainda. Que outras indústrias se estabeleçam. Quanto mais o empresário tiver esses incentivos, a gente consegue manter os empregos em dia e isso tudo gera economia. Como dito, é produzir para empregar”, finalizou.
