A Justiça do Acre decretou, nesta quinta-feira (7), a prisão preventiva do advogado Keldheki Maia da Silva, suspeito de ter efetuado disparos de arma de fogo durante uma confusão ocorrida em frente a uma casa noturna de Rio Branco, em junho deste ano.
O episódio terminou com o atropelamento e morte da advogada Juliana Chaar, atingida por uma caminhonete conduzida por Diego Passos, que já cumpre prisão preventiva pelo crime.
Maia se apresentou à sede da Delegacia de Combate ao Crime Organizado (Deic) e, após os procedimentos de praxe, foi encaminhado à Delegacia de Flagrantes (Defla). Ele deve ser transferido para o Batalhão de Operações Especiais (Bope), nas proximidades da Chácara Ipê, onde permanecerá custodiado.
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Juliana Chaar/Foto: Reprodução
Entenda o caso
Juliana Chaar, de 36 anos, morreu após ser atropelada por uma caminhonete preta durante uma confusão generalizada em frente a uma casa noturna na capital acreana. Testemunhas afirmam que o atropelamento foi proposital.
O motorista suspeito, identificado como Diego Luiz Gois Passo, teve a prisão temporária decretada. Câmeras de segurança registraram o momento do atropelamento. A Polícia Civil apura o caso como homicídio doloso.

