O advogado Wellington Silva ingressou com pedido de habeas corpus solicitando o relaxamento da prisão preventiva de Diego Passo, acusado de atropelar e matar a assessora jurídica do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), Juliana Marçal. O recurso será analisado pelo desembargador Samoel Evangelista, relator do caso, e a decisão deve ser tomada nos próximos dias.

O advogado de Diego Passo pediu habeas corpurs/Foto: Reprodução
O crime ocorreu em 21 de junho, na saída de uma casa noturna em Rio Branco, durante uma briga generalizada. Juliana foi atingida por uma caminhonete dirigida por Diego e morreu no Pronto-Socorro da capital. O acusado foi preso em 15 de julho.
A defesa sustenta que o decreto de prisão apresenta irregularidades, como a suposta incompetência do juiz que expediu a ordem, argumentando que o caso deveria estar sob a responsabilidade da 2ª Vara do Tribunal do Júri, por se tratar de crime contra a vida, e não da Vara das Garantias.
Outro ponto citado é que a prisão temporária foi decretada em um inquérito diferente, ligado a porte ilegal de arma de fogo, sem investigação formal contra Diego no momento da decisão.
No pedido, o advogado também solicita, caso o relaxamento da prisão seja negado, a substituição da preventiva por medidas cautelares.
