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Chefe da RBTrans reage a acusações e diz que já acionou Justiça contra três pessoas

Por Redação ContilNet

O superintendente da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans), Clendes Vilas Boas, voltou a se manifestar nesta quarta-feira (13) após a repercussão das denúncias de assédio moral, perseguição e uso indevido da estrutura da autarquia. Em vídeo publicado em suas redes sociais, ele disse que “a justiça está sendo feita” e que já registrou queixa na delegacia contra três pessoas que o acusam, prometendo incluir mais nomes na ação nos próximos dias.

“Hoje registrei queixa na delegacia contra ataques covardes e levianos de opositores e de quem não teve seus interesses atendidos. Já são 3 acusadores arrolados e amanhã terão mais! Não tolero politicagem barata, calúnia ou difamação. Cada ataque será respondido na Justiça. A verdade sempre vence!”, escreveu na legenda do post.

Clendes Vilas Boas publicou vídeo afirmando que já acionou a Justiça contra três acusadores e prometeu novas medidas/Foto: Reprodução

O caso ganhou destaque nesta semana após o vereador Eber Machado levar as denúncias à tribuna da Câmara Municipal de Rio Branco. A influenciadora Marilia Rodrigues, ex-funcionária da RBTrans, afirmou nas redes sociais ter sido vítima de assédio moral, perseguição e humilhação por parte do gestor. Ela também o acusa de vender perfumes e fazer cobranças de clientes utilizando a estrutura e veículos do órgão, além de realizar cultos semanais no local.

Em coletiva de imprensa, Clendes negou todas as acusações, classificou-as como “levianas e fraudulentas” e disse que ingressou com queixa-crime contra seus acusadores. Ele admitiu ser revendedor de perfumes, mas alegou que a atividade ocorre fora do expediente e negou usar carros da autarquia para entregas.

O prefeito Tião Bocalom já afirmou que não pretende afastá-lo do cargo, classificando as denúncias como “apócrifas” e atribuindo-as a pessoas contrárias ao “trabalho honesto” do superintendente. O caso deverá ser analisado pelo Ministério Público do Acre, que decidirá sobre eventual abertura de investigação. Enquanto isso, vereadores continuam debatendo a possibilidade de afastamento temporário de Vilas Boas até a conclusão das apurações.

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