CĂ­ntia Chagas e Luiza Brunet expĂ”em marcas da violĂȘncia no “Domingo Espetacular”

Por Portal Leo Dias 04/08/2025 Ă s 02:03

Atenção: a matĂ©ria a seguir traz relatos sensĂ­veis de agressĂŁo e pode ocasionar gatilhos sobre violĂȘncia contra a mulher e violĂȘncia domĂ©stica. Caso vocĂȘ seja vĂ­tima deste ou qualquer outro tipo de violĂȘncia, ou conheça alguĂ©m que passe ou jĂĄ passou por isso, procure ajuda e denuncie. Ligue para o 180.

AlĂ©m da entrevista com a jovem vĂ­tima de uma agressĂŁo com 60 socos, o “Domingo Espetacular” da Record, recebeu mulheres que tambĂ©m passaram pela violĂȘncia domĂ©stica para compartilhar seus relatos e dar mais visibilidade Ă  causa. CĂ­ntia Chagas e Luiza Brunet se juntaram a Carolina Ferraz, para expor as marcas que a violĂȘncia deixou em suas vidas, apĂłs episĂłdios de agressĂŁo de ex-companheiros.

Veja as fotos

Foto/Record
Cíntia Chagas e Luiza Brunet no “Domingo Espetacular”Foto/Record
Foto/Record
Cíntia Chagas e Luiza Brunet no “Domingo Espetacular”Foto/Record
Foto/Record
Cíntia Chagas e Luiza Brunet no “Domingo Espetacular”Foto/Record
Foto/Record
VĂ­tima de agressĂŁo com 60 socosFoto/Record
Foto/Record
VĂ­tima de agressĂŁo com 60 socosFoto/Record
Foto/Record
VĂ­tima de agressĂŁo com 60 socosFoto/Record

 

Nesta semana, o caso de Juliana Garcia dos Santos, agredida com 60 socos pelo companheiro, o ex-jogador de basquete Igor Eduardo Pereira Cabral, em um ataque registrado por cùmeras de segurança, chocou o país. Convidada para prestar apoio à jovem, Luiza Brunet se emocionou ao destacar a importùncia de não julgar mulheres que permanecem em relacionamentos abusivos e reforçou sua solidariedade à Juliana.

Brunet tambĂ©m relembrou o episĂłdio de 2016, em que foi agredida pelo empresĂĄrio LĂ­rio Parisotto: “Mesmo para mim, que sofri violĂȘncia e que tive tambĂ©m o rosto machucado, nĂŁo tanto quanto a Juliana, evidentemente, mas saber que, por mais que a gente lute todos os dias, a gente ainda se depara com uma mulher jovem, com a vida inteira pela frente, com um agressor como esse. EntĂŁo, espero que a Juliana tambĂ©m se sinta confortada”.

CĂ­ntia Chagas nĂŁo relembrou o episĂłdio nem citou o agressor, jĂĄ que o processo corre em segredo de Justiça, mas evidenciou algumas das marcas da violĂȘncia, inclusive no emocional: “Eu ouvia que eu era egoĂ­sta. Eu ouvia que eu sĂł pensava na minha profissĂŁo. Eu ouvia que, por nĂŁo ter tido pai, eu nĂŁo sabia lidar com homens. Eu ouvia tambĂ©m que, ao lado da pessoa que estou, eu aprenderia de uma vez por todas a ser mulher”, lamentou.

Com lĂĄgrimas nos olhos, CĂ­ntia contou que chegou a ouvir que era uma pessoa que sĂł “servia para trabalhar” e que foi muito difĂ­cil lidar com esse tipo de comentĂĄrio, jĂĄ que os agressores geralmente sabem exatamente como atingir emocionalmente suas vĂ­timas: “Eles lidam com aquilo que Ă© mais frĂĄgil em nĂłs, que tem a ver muitas vezes com a nossa criação”, a professora lamentou e tambĂ©m prestou seu apoio Ă  Juliana.

Bloqueador de anuncios detectado

Por favor, considere apoiar nosso trabalho desativando a extensĂŁo de AdBlock em seu navegador ao acessar nosso site. Isso nos ajuda a continuar oferecendo conteĂșdo de qualidade gratuitamente.