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Com voto de senador do Acre, CCJ do Senado aprova proposta do voto impresso

Por Everton Damasceno, ContilNet

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) conclui a assinatura digital e lacração dos sistemas eleitorais que serão usados nas eleições de outubro (José Cruz/Agência Brasil)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (21), por 14 votos a 12, a proposta que prevê a impressão do voto nas urnas eletrônicas. O senador acreano Alan Rick (União Brasil), que integra a comissão, votou a favor da medida.

A proposta faz parte da reforma do Código Eleitoral e ainda precisa ser analisada pelo plenário da Casa.

Alan Rick/Foto: Reprodução

De acordo com a emenda apresentada pelo senador Esperidião Amin (PP-SC), a urna eletrônica deverá imprimir o registro de cada voto. O eleitor confere se o papel corresponde à escolha feita na tela e, em seguida, deposita o comprovante em uma caixa lacrada.

Apesar do avanço, a aprovação na CCJ não significa que o voto impresso está definitivamente garantido. Após a tramitação nas comissões, a reforma do Código Eleitoral precisa ser aprovada pela maioria absoluta dos 81 senadores. Caso seja aprovada, retornará à Câmara dos Deputados, que já havia votado o texto em 2021, mas terá de reavaliá-lo devido às mudanças feitas pelos senadores.

Segundo a legislação, alterações no Código Eleitoral só terão validade para as eleições de 2026 se forem aprovadas até 3 de outubro deste ano.

Como votaram os senadores da CCJ

A favor do voto impresso (14):

Contra o voto impresso (12):

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