FamĂ­lia se revolta com soltura de homem acusado de matar diarista no Acre; MPAC se pronuncia

A respeito do caso, o MinistĂ©rio PĂșblico de Sena Madureira emitiu uma nota

Por Redação ContilNet 05/08/2025 às 08:36 Atualizado: hå 9 meses

A família de Rafael Oliveira dos Santos, 38 anos, continua revoltada com uma decisão da justiça de Sena Madureira que possibilitou a soltura do nacional Jarley Andrade, acusado de sua morte. Após cometer o crime, ele foi capturado pela PM e chegou a passar alguns dias no presídio, mas ganhou o direito de responder ao processo em liberdade.

FamĂ­lia se revolta com soltura de homem acusado de matar diarista no Acre; MPAC se pronuncia

Rafael é a vítima/Foto: Reprodução

Revelino Oliveira, irmĂŁo de Rafael, disse que a famĂ­lia ainda sofre muito com a perda de seu ente querido e busca respostas sobre o desenrolar dos fatos. “Meu irmĂŁo era um cara trabalhador, super do bem. NĂŁo tinha inimigo em nenhum canto e aconteceu isso com ele. O acusado foi pego em flagrante, mas ficou pouco tempo preso. A gente procura as autoridades para ter uma resposta, pois nĂŁo pode ficar assim. A revolta Ă© muito grande”, comentou.

O assassinato em questão ocorreu na madrugada do dia 26 de janeiro deste ano, nas proximidades do bar da Andressa, na região central de Sena Madureira. Rafael foi atingido com uma paulada na cabeça.

FamĂ­lia se revolta com soltura de homem acusado de matar diarista no Acre; MPAC se pronuncia

O acusado foi solto/Foto: Reprodução

A respeito do caso, o MinistĂ©rio PĂșblico de Sena Madureira emitiu a seguinte nota:

“O MinistĂ©rio PĂșblico do Estado do Acre (MPAC) informa que acompanha o caso de homicĂ­dio ocorrido no municĂ­pio de Sena Madureira, em que Rafael Oliveira dos Santos foi morto com uma paulada na cabeça durante uma confusĂŁo em um bar, na madrugada do dia 26 de janeiro deste ano.

O suspeito foi preso preventivamente logo apĂłs o crime e confessou a autoria. Com o avanço da instrução processual, ele foi pronunciado e deverĂĄ ser julgado pelo Tribunal do JĂșri.

Concluída a primeira fase do processo e, após requerimento da defesa, o Juízo competente revogou a prisão preventiva, por entender que não mais subsistiam os fundamentos que justificavam a medida naquele momento. O acusado seguirå respondendo ao processo em liberdade, devendo cumprir as determinaçÔes judiciais.

A defesa interpĂŽs recurso contra a pronĂșncia do rĂ©u, requerendo que nĂŁo seja julgado pelo Tribunal do JĂșri, ao que o MinistĂ©rio PĂșblico jĂĄ apresentou resposta contrĂĄria a essa pretensĂŁo, atualmente sob anĂĄlise do Tribunal de Justiça do Estado do Acre.

O MinistĂ©rio PĂșblico continuarĂĄ atuando no caso, assegurando o devido processo legal e a responsabilização do autor, nos termos da legislação vigente”.

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