Cerca de mil funcionários da Gucci ameaçam entrar em greve devido à falta de pagamento de um bônus prometido para o período entre 2022 e 2024. A Kering, conglomerado francês dono da marca, ainda não efetuou o pagamento, o que gerou uma disputa trabalhista.
A situação afeta principalmente os setores de varejo e logística da marca na Itália. Os sindicatos afirmam que a Kering não cumpriu os acordos e reivindicam o pagamento do bônus de bem-estar social, um incentivo que complementa os benefícios dos trabalhadores.
A greve ainda não foi confirmada, mas caso o impasse continue, pode impactar negativamente o desempenho da Gucci no segundo semestre, que já enfrenta uma crise interna.

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Resultados financeiros e crise
A Kering divulgou que as vendas no primeiro semestre de 2025 caíram 15% em comparação a 2024. A Gucci foi a mais afetada, registrando uma queda de 25% no segundo trimestre, totalizando 1,46 bilhão de euros.
A crise acontece em um momento delicado para a marca, que enfrenta desafios criativos e comerciais, em meio a um ambiente instável para as marcas de luxo europeias. Recentemente, outras gigantes do setor, como Armani e Dior, também enfrentaram denúncias trabalhistas.
Fonte: Metrópoles
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