O evento que ocorreu na tarde e início da noite do dia 22 de agosto, no auditório da Uninorte, mostrou algo além do prestígio e da importância que um Senador do Acre jamais teve no Congresso Nacional e em todo o Brasil.
A organização e profissionalismo com que foi conduzido o ato político e democrático, lembrou em muito as convenções do Partido Republicano dos Estados Unidos, guardada as devidas proporções.
E não há exagero na comparação.

Carlos Pescador: filiação de Bittar ao PL lota auditório e vira marco histórico da direita no Acre/Foto: Reprodução
A equipe, toda de camisa azul, recebiam e orientavam os convidados na antessala do auditório, com ar-condicionado, água e café, assim como a presença do Presidente do Diretório Estadual do PL, Edson Siqueira, cumprimentando um a um na porta de entrada do auditório, fazia com que todos se sentissem bem, acolhidos e valorizados na solenidade.
Lá dentro, um telão central e duas telas menores nas laterais mostravam, com extrema qualidade de imagem e som, as pessoas presentes e ausentes fisicamente que, de alguma forma, davam as boas vindas e prestavam homenagens ao Senador Bittar, ao Partido Liberal.
Um drone silencioso e habilidoso sobrevoava todo o auditório, transmitindo as imagens que colhia de pessoas presentes, cartazes e manifestações durante todo o acontecimento.
Nas paredes laterais as fotografias de expoentes e lideranças nacionais do Partido Liberal, em grandes dimensões.
O dispositivo formado também não deixou nenhuma das autoridades fora do holofote, comportando mais ou menos umas trinta pessoas, lideranças políticas, inclusive indígenas, com cargo ou sem cargos, se representando ou representando outras que não puderam comparecer, demonstrando a valorização que o partido dispensa aos seus correligionários e associados.
O Hino Nacional cantado de pé, assim como o arrepiante Hino Acreano, no ritmo do chorinho, espetacular, acompanhado por uma banda talentosa, fazia parecer um show, como naquelas convenções americanas.
O mais expressivo de tudo, o ambiente completamente lotado de pessoas (remetendo à capacidade perdida da esquerda), na quase totalidade lideranças políticas, de pé nas laterais e na entrada do auditório, de todos os municípios do Acre, que não mediram esforços para estarem presentes ao ato de filiação do Senador Márcio Bittar ao segundo maior partido político de direita do mundo, o maior da América Latina e, obviamente então, o maior do Brasil, assim anunciado pelo Presidente Nacional do PL, deputado Valdemar da Costa Neto, presente e abandonando a ficha de filiação de seu nome e importantíssimo membro, que fez do PL o partido com a maior bancada também no Senado Federal.
Prestigiando ainda a cerimônia de filiação o Senador Eduardo Gomes, Vice-Presidente do Congresso Nacional, Senador Eduardo Girão, Senador Marcos Rogério, Deputada Boa Kicis, católica, deputada com a maior votação do Brasil, proporcionalmente, Deputado e pastor Sóstenes Cavalcante, líder do PL na Câmara Federal, maior bancada, com noventa deputados, todos na primeira fila do dispositivo, comemorando a filiação do Senador Márcio Bittar no Partido Liberal, cujos discursos se seguiam sempre na mesma e rigorosa linha, a da ideologia da direita, da liberdade e da democracia.
A organização e execução de todo o evento teve à frente, ainda, o PLMulher, conduzido pela competente e simpática Charlene Lima, cuja mensagem de boas vindas ao Senador Bittar e incentivo à participação maior das mulheres na política, impressionou a todos os presentes.
O evento teve seu ponto máximo num resumo da vida política do Senador Márcio Bittar e sua relação de amizade íntima com a Família Bolsonaro, apresentado no telão central, coroando as excelentes relações, na vitoriosa carreira política.
A organização do importante ato para a vida política do PL do Acre e do Brasil garantiu o aparecimento, no telão central, do deputado federal Nikolas Ferreira, do ex-Senador Magno Malta, de Flávio Bolsonaro, do próprio Bolsonaro e, especialmente, de Michele Bolsonaro, cuja beleza, simpatia, carisma e mensagem atraíram a atenção e o silêncio de todos os presentes.
O acontecimento, que não deixou de ser uma festa da democracia, finalizou, após o discurso do Senador Márcio Bittar, com um coquetel farto e variado, encerrando a aula de organização e vida partidária, que outros partidos, ou, fragmentos, mais que partidos, jamais ousariam ou teriam condições de realizar.
Este relato, de cujo evento tive o privilégio de participar, ladeado por dois de meus melhores amigos, quase irmãos, Capitão Genival (PM) e doutor Marcos Rangel da Silva, dois bolsonaristas de primeira hora e cidadãos honrados, vai por mim assinado, para que surtam todos os efeitos políticos e históricos.
Gilson Pescador é advogado.
