Indústrias cerâmicas do Acre enfrentam desafios e projetam expansão com novos produtos

O presidente do Sindicer afirmou que empresas acreanas já estão produzindo o item e veem potencial de expansão

Durante bate-papo promovido nesta sexta-feira (1), no Espaço Indústria da Expoacre 2025, o presidente do Sindicato das Indústrias de Cerâmicas do Estado do Acre (Sindicer), Márcio Valter Agiolfi, abordou os principais desafios enfrentados pelo setor cerâmico no estado e apresentou alternativas para alavancar a produção, com destaque para a adoção dos blocos estruturais na construção civil.

Segundo Agiolfi, a escassez de material de queima tem impactado diretamente as indústrias. “Hoje o setor enfrenta um desafio muito grande, que é a falta de material de queima. As empresas estão passando por algumas dificuldades, mas a gente está atendendo o mercado da melhor forma possível e tentando sempre superar os desafios”, afirmou.

O presidente do Sindicato das Indústrias de Cerâmicas do Estado do Acre (Sindicer), Márcio Valter Agiolfi/Foto: ContilNet

Ele explicou que o sindicato tem buscado estratégias para melhorar o ambiente de negócios. “A gente, como instituição sindical, está sempre buscando oportunidades para melhorar o ambiente de negócio das empresas”, disse.

Entre as ações recentes, Márcio destacou um estudo realizado pelo instituto Forums in Movement, encomendado pelo Sindicer, que analisou toda a cadeia produtiva da cerâmica no Acre.

“Foi um estudo realizado pelo Forums in Movement, a demanda do sindicato, onde a gente foi entender toda a complexidade da cadeia produtiva do setor cerâmico, desde os insumos até mão de obra, mercado, produtos, demanda.”

Agiolfi ressaltou que o levantamento identificou uma importante oportunidade com o uso dos blocos estruturais.

“Uma grande delas é o bloco estrutural. O setor está se projetando para os próximos anos, e a gente tem um crescimento desse produto no mercado, que é a ovenaria com bloco estrutural, amplamente utilizado por regiões do Sul.”

O presidente do Sindicer afirmou que empresas acreanas já estão produzindo o item e veem potencial de expansão. “Hoje nós já temos empresas aqui produzindo esse produto, já sendo comercializado, e a gente espera crescer esse mercado cada vez mais. É um diferencial que a gente traz para o consumidor, uma forma de impulsionar o setor cerâmico e também baratear o custo com a construção civil.”

Veja o vídeo:

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