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Juiz mantém prisão de empresário que matou gari; vídeo mostra frieza

Por Redação

Um vídeo da audiência de custódia na Central de Audiências de Custódia (CEAC), em Belo Horizonte (MG), registrou a reação fria do empresário Renê da Silva Nogueira Júnior, de 47 anos, ao ser informado de que continuará preso pela morte do gari Laudemir de Souza Fernandes. O juiz Leonardo Damasceno manteve a prisão preventiva a pedido do Ministério Público, citando um processo anterior por lesão corporal que indicaria uma “personalidade violenta”.

Reprodução / Redes sociais

Detalhes do crime e investigação

Renê é acusado de homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e recurso que impossibilitou a defesa da vítima, além de ameaça contra a motorista do caminhão de lixo. Segundo a investigação, ele sacou uma pistola e ameaçou a condutora antes de atirar em Laudemir, que tentava acalmar a situação. A arma utilizada no crime pertencia à esposa do suspeito, a delegada Ana Paula Lamego Balbino, e o caso segue em análise pela Corregedoria da Polícia Civil.

A defesa de Renê alegou que ele é réu primário e possui residência fixa, mas o pedido de relaxamento da prisão foi negado. O empresário, que nega a autoria do crime, foi preso em uma academia de luxo horas após o assassinato. O gari Laudemir, velado na manhã de terça-feira (12), foi lembrado por familiares e colegas como um homem pacífico e trabalhador, que deixa esposa, uma filha de 15 anos e enteadas.


Fonte: Tribunal de Justiça e Polícia Civil de Minas Gerais Redigido por Contilnet.

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