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Qual a obrigatoriedade do código GTIN em 2025?

Por Ascom

Seu anúncio foi rebaixado sem explicação? A plataforma pediu “código universal/GTIN” e você não sabia por onde começar? A emissão da NF-e travou por causa de cEAN/cEANTrib?

Se uma dessas cenas aconteceu no seu time, respira. 2025 virou um ano-chave para a obrigatoriedade do GTIN em marketplaces e também na emissão fiscal.

Por que 2025 virou o ano-limite para tratar GTIN como obrigatório

Três movimentos empurraram a régua para cima:

Tradução: deixar para depois custa visibilidade, tempo de operação e receita.

GTIN sem mistério: “CPF do produto”, variações e mitos que atrapalham

O que ele é: um número único que identifica um item comercial no mundo todo. Na prática do varejo brasileiro, aparece no formato EAN 13 impresso abaixo das barras. É esse número que marketplaces e sistemas fiscais usam para reconhecer o produto.

O que ele não é:

Regra prática que salva: se o cliente consegue escolher uma variação, essa variação merece um GTIN próprio.

Quem precisa, quem costuma ficar de fora e onde moram as exceções

Obrigatório na rotina

Casos que costumam ter exceção

Atenção: exceção não significa “nunca vou precisar”. À medida que o catálogo cresce, a exigência volta; trate o GTIN como infraestrutura.

O que muda na NF-e/NFC-e: cEAN, cEANTrib e validação automática

Nos documentos fiscais, o GTIN entra nos campos cEAN (item) e cEANTrib (unidade tributável). Em 2024 e 2025, a validação foi ampliada por grupos de produtos, elevando o número de itens rejeitados quando o código está ausente ou inválido. Se o seu ERP ainda “passa batido”, é questão de tempo até falhar em lotes maiores.

Checklist fiscal express

GTIN e rankeamento: por que os anúncios com código sobem de posição

Plataformas avaliam qualidade do cadastro com critérios como completude, desempenho e atualização. O GTIN ajuda em todos:

Em muitos casos, só o fato de informar GTIN válido já eleva a relevância orgânica, especialmente em categorias disputadas (eletrônicos, beleza, brinquedos).

Planejamento de inventário de GTIN: dimensione hoje para não travar amanhã

Passo a passo direto ao ponto

Dica de ouro: treine o time para não reutilizar código “antigo” em produto novo — parece inofensivo, mas quebra catálogo, nota e logística.

Multicanal sem atrito: um GTIN, cinco canais, um catálogo

O mesmo GTIN que alimenta o anúncio na Shopee também serve para Mercado Livre, Amazon, Magalu e loja própria — e é isso que destrava a mágica do catálogo espelhado: você sobe uma vez, replica com consistência e integra com ERP/WMS sem gambiarras.

Benefícios imediatos

Riscos de não cumprir: o que realmente acontece quando o GTIN falta ou é inválido

No marketplace

No fiscal

Na operação

Em resumo: além de “cumprir a regra”, GTIN reduz custo por pedido e evita queimadas de reputação.

Tendências 2025+ para ficar no radar (e sair na frente)

Quem abraça cedo colhe tráfego orgânico, menos retrabalho e base pronta para novas exigências.

GTIN não é só “mais um campo” é infraestrutura de crescimento

Em 2025, tratar GTIN como opção sai caro. Ele amarra tudo: catálogo, anúncios, logística, nota e pós-venda. E, quando bem implementado, devolve tempo (menos fila e erro), visibilidade (rankeamento melhor) e dinheiro (menos devolução e frete jogado fora).

O plano é simples: dimensionar códigos pelas variações, garantir etiqueta legível, preencher a nota certo e manter um cadastro limpo. Faça isso e você não apenas “cumpre a regra”, como desbloqueia performance que fica no seu bolso — dia após dia, pedido após pedido.

Se o objetivo é vender mais e dormir tranquilo em 2025, o GTIN é o começo, o meio e o fim de uma operação profissional.

 

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