Seis municĂ­pios do Acre nĂŁo registram mortes por Covid-19 desde 2023

No Acre, a taxa de letalidade da covid-19 entre 2023 e 2025 foi de 0,5%, enquanto o coeficiente de mortalidade alcançou 8,6 óbitos por 100 mil habitantes

Por Vitor Paiva, ContilNet 27/08/2025 Atualizado: hĂĄ 8 meses

Seis municĂ­pios do Acre nĂŁo registraram nenhuma morte por covid-19 desde 2023, conforme o boletim nÂș 20 da Secretaria de Estado de SaĂșde do Acre (Sesacre), atualizado atĂ© a semana epidemiolĂłgica 33, que corresponde ao dia 16 de agosto de 2025. Os dados revelam um cenĂĄrio desigual entre as cidades do estado, com alguns municĂ­pios sem Ăłbitos e outros concentrando maior nĂșmero de vĂ­timas.

Seis municĂ­pios do Acre nĂŁo registram mortes por Covid-19 desde 2023

O período analisado foi de 2023 até 2025/ Foto: reprodução

De acordo com o levantamento, Acrelùndia, Jordão, Porto Acre, Senador Guiomard, Santa Rosa do Purus e Porto Walter não tiveram nenhuma morte confirmada pela doença no período de 2023 a 2025. No mesmo intervalo, o Acre registrou 16.403 casos positivos e 77 óbitos.

Os nĂșmeros mais altos de mortes se concentram em Rio Branco, com 42 registros, seguido de Cruzeiro do Sul (10), TarauacĂĄ (4), Sena Madureira (4), FeijĂł (2), Xapuri (2) e Marechal Thaumaturgo (2). JĂĄ municĂ­pios como Bujari, Capixaba, Manoel Urbano, PlĂĄcido de Castro, Assis Brasil, BrasilĂ©ia, EpitaciolĂąndia, MĂąncio Lima e Rodrigues Alves tiveram ao menos uma morte no perĂ­odo.

No Acre, a taxa de letalidade da covid-19 entre 2023 e 2025 foi de 0,5%, enquanto o coeficiente de mortalidade alcançou 8,6 óbitos por 100 mil habitantes. O município de Bujari apresentou os maiores índices proporcionais, com 7,5% de letalidade e coeficiente de 28,8 mortes por 100 mil habitantes.

Seis municĂ­pios do Acre nĂŁo registram mortes por Covid-19 desde 2023

Seis municípios não anotaram mortes/Foto: Reprodução

Ainda segundo o boletim, 67,5% das mortes ocorreram em pessoas com mais de 60 anos. Do total de óbitos, 64,9% estavam associados a comorbidades, como hipertensão, cardiopatias e diabetes, enquanto 35,1% não tinham registro de doenças prévias.

O relatório também destaca que a vacinação e as medidas de prevenção não farmacológicas contribuíram para a redução dos casos graves no estado, em comparação aos primeiros anos da pandemia.

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