Angela Ro Ro, ícone da música brasileira, morreu nesta segunda-feira (8/9), aos 75 anos, no Rio de Janeiro. Internada desde junho para tratar uma infecção pulmonar, a artista enfrentava dificuldades financeiras e desavenças familiares — e afirmou, em áudios enviados ao advogado Carlos Eduardo Lyrio, que não pretendia deixar herança para a família, chamando os parentes remanescentes de “cafajestes”.

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Nos áudios, aos quais o Metrópoles teve acesso, Angela reforça que era filha única, sem herdeiros diretos e sem proximidade com primos distantes. Ela também manifestou o desejo de formalizar um testamento para garantir que seus bens não fossem destinados aos familiares com quem não mantinha relações.
Assumidamente lésbica desde os anos 1970, Angela viveu relacionamentos com mulheres ao longo da vida. Não era casada nem teve filhos. Em junho, revelou nas redes sociais que mantinha um namoro há quatro anos, preservando a identidade da parceira: “Ela não gosta de aparecer, eu respeito… Amo você total”, escreveu à época.
Fonte: Metrópoles
Redigido por Contilnet
