A Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) na manhã desta terça-feira (23), foi palco de uma operação policial. Um servidor de carreira foi preso em seu local de trabalho, em cumprimento a um mandado de prisão. A ação, conduzida pela Polícia Civil, pegou de surpresa quem estava na instituição e levantou questionamentos sobre o motivo da detenção e o impacto nas atividades da Casa.

Após servidor ser preso, Aleac diz que caso é de ‘foro pessoal’ e não tem relação com a Casa. Foto: Reprodução
A ação ocorreu durante o expediente e, segundo a Polícia Civil, o mandado de prisão já estava em aberto. Em resposta ao ocorrido, a Assembleia Legislativa do Acre divulgou uma nota oficial. No comunicado, a instituição esclareceu que a prisão é de “foro pessoal” e não tem qualquer relação com as funções que o servidor exerce no local. A nota enfatizou que a Aleac não é parte do processo e que o ocorrido se trata de um problema estritamente individual do funcionário.
A Casa também reforçou que suas atividades administrativas e legislativas continuam normalmente, sem qualquer prejuízo ao seu funcionamento. A nota busca tranquilizar a população e os demais servidores, assegurando que o incidente não afeta o andamento dos trabalhos na Assembleia, que permanece focada em suas responsabilidades para com o Estado e a sociedade.
Veja:
Nota Oficial
A Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac) esclarece que a prisão ocorrida na manhã desta terça-feira (23), envolvendo um servidor de carreira da Casa, trata-se de questão de foro pessoal, não relacionada às atividades funcionais que ele desempenha no âmbito do Poder Legislativo.
Reforçamos que a Aleac, como instituição, não é parte do referido processo e que as medidas adotadas dizem respeito exclusivamente à esfera individual do servidor. As atividades administrativas e legislativas da Casa seguem normalmente, sem qualquer prejuízo ao funcionamento desta instituição.
Procuradoria – Aleac
