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Brasileiros ampliam interesse por criptomoedas e buscam investir em ativos digitais

Por Ascom

Nos últimos anos, as criptomoedas deixaram de ser um assunto restrito a especialistas em tecnologia e ganharam espaço no cotidiano dos investidores. O Bitcoin, pioneiro e mais conhecido ativo digital, continua sendo referência nesse mercado e serve como porta de entrada para muitos que desejam diversificar seus investimentos.

De acordo com analistas, o interesse por esses ativos cresce à medida que mais pessoas buscam alternativas ao sistema financeiro tradicional. A facilidade de transferir valores sem a necessidade de intermediários e a possibilidade de valorização atraem tanto curiosos quanto investidores de perfil mais arrojado.

Créditos: Freepik

Ainda assim, a popularização das moedas digitais no Brasil ocorre de forma gradual, com destaque para exchanges locais que oferecem serviços de compra, venda e armazenamento de ativos.

Riscos e oportunidades no mercado

Se por um lado as criptomoedas representam inovação e independência financeira, por outro exigem cautela. A volatilidade é um dos pontos mais sensíveis: em poucos meses, o valor do Bitcoin pode registrar altas expressivas e quedas igualmente intensas.

Especialistas destacam também a importância da segurança digital. Como não há bancos centrais regulando essas operações, cabe ao próprio investidor proteger suas carteiras digitais contra ataques virtuais e fraudes. Um simples descuido, como não ativar a criptografia da carteira, pode resultar em perdas.

Mesmo assim, o setor vem amadurecendo. A criação de fundos de investimento, ETFs de criptomoedas e stablecoins – ativos atrelados a moedas tradicionais como o dólar – traz mais opções para quem deseja ingressar nesse universo.

Como começar a investir

Para quem pensa em dar os primeiros passos, abrir conta em uma corretora especializada é o caminho mais comum. Nessas plataformas, chamadas de exchanges, o investidor pode negociar diferentes moedas digitais, incluindo o Bitcoin e alternativas como Ethereum, Tether e Solana.

Outra possibilidade é investir por meio de fundos ou ETFs listados na bolsa de valores, que oferecem exposição indireta ao mercado cripto. Essa modalidade pode ser atrativa para iniciantes que preferem contar com a gestão de especialistas antes de operar por conta própria.

Apesar dos riscos, muitos investidores veem nas criptomoedas uma forma de diversificação. A recomendação é sempre começar com valores compatíveis ao perfil de risco, buscando conhecimento e informação antes de ampliar a exposição.

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