O novo sistema de alertas de desastres realizado neste sábado (20) surpreendeu milhares de acreanos que receberam mensagens emergenciais em seus celulares. A ação foi coordenada pela Defesa Civil Municipal em conjunto com as esferas estadual e nacional e faz parte de um projeto que visa ampliar a segurança e a prevenção contra desastres naturais.

Defesa Civil destaca que envio de alertas no Acre foi apenas um teste e está em fase de aperfeiçoamento . Foto: Reprodução
O coordenador da Defesa Civil de Rio Branco, tenente-coronel Cláudio Falcão, explicou que o envio das mensagens não foi um erro nem um vírus, mas sim um teste planejado para avaliar a eficiência do sistema.
“Olá pessoal, saindo daqui da Casa Civil do Governo do Acre, onde nós fizemos o lançamento junto com a Defesa Civil Estadual e Nacional do Sistema de Alerta de Desastre, foi um sucesso. Tivemos alguns problemas tecnológicos, mas por isso é um teste”, disse.
Segundo Falcão, a etapa inicial servirá como base para aprimoramentos. “Esse primeiro momento é teste e, a partir de agora, nós vamos aperfeiçoar o sistema para poder emitir alertas verídicos, alertando a população de qualquer risco de desastre extremo ou severo”, explicou o coordenador, destacando que o objetivo é tornar os avisos confiáveis e claros para todos.
O tenente-coronel também tranquilizou os moradores que receberam a notificação em seus celulares. “E você que viu seu telefone tocar, não é vírus, é verdadeiro”, enfatizou. A fala buscou reforçar a legitimidade do projeto e incentivar a confiança da população na ferramenta.
O exercício fez parte de um teste simultâneo em todas as capitais da região Norte e em cidades selecionadas pelos governos estaduais. No Acre, além de Rio Branco, participaram também Cruzeiro do Sul, Brasileia e Jordão, localidades consideradas estratégicas para a implementação do sistema.
Com os primeiros resultados em mãos, a Defesa Civil deve avançar no ajuste da plataforma para que os alertas oficiais passem a ser utilizados em situações reais. A expectativa é que o novo recurso seja fundamental para reduzir riscos, salvar vidas e aumentar a capacidade de resposta da população frente a desastres naturais.
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