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Filhas da Terra & Filhos do Vento: nova obra de escritora acreana une romance e questões ambientais

Por Vitor Paiva, ContilNet

A escritora acreana Gabriela do Nascimento Herrera vai lançar seu novo livro Filhas da Terra & Filhos do Vento, uma obra de romantasia que une elementos de fantasia épica, romance e reflexões ambientais. O lançamento será realizado de forma online, pela Amazon, já que a autora atualmente mora em São Carlos, interior de São Paulo.

A escritora não está no Acre, pois continua realizando o projeto de seu Doutorado na área da engenharia agronômica/Foto: Cedida

Engenheira agrônoma e doutoranda em ecologia, Gabriela construiu a história inspirada nas enchentes que presenciou em Rio Branco, quando participou de ações solidárias com o grupo “Grupo Social Pela Vida”, levando roupas e alimentos a famílias atingidas. Essa vivência, somada à preocupação com o meio ambiente e ao desmatamento na Amazônia, motivou a criação da ilha fictícia de Eldória, cenário central da narrativa.

“Apesar de ser uma romantasia leve e fluída, escrita para todos os públicos, o livro traz muitas questões e reflexões sobre o meio ambiente. A ideia da ilha veio das situações que vivi e presenciei no Acre, especialmente as enchentes”, afirmou a autora.

O mapa de onde a história se passa é baseado no formato do território acreano/Foto: Cedida

Este é o terceiro livro de Gabriela. O título anterior, Sussurro, foi premiado e lançado com apoio da Fundação Elias Mansour e do Governo do Estado do Acre. A escritora também integra a Academia Juvenil Acreana de Letras (AJAL), espaço que, segundo ela, foi fundamental para amadurecer sua escrita e ampliar o contato com o universo literário.

Entre as influências que marcaram sua trajetória estão nomes como Machado de Assis, Clarice Lispector, Carina Rissi, Elizabeth Chandler, Jane Austen e J. R. R. Tolkien.

A capa oficial do livro foi disponibilizada em primeira mão para o ContilNet/Foto: Cedida

Com classificação livre, Filhas da Terra & Filhos do Vento poderá ser lido por todas as idades. A expectativa da autora é alcançar o maior número de leitores possíveis. “Escrevi de uma forma que até crianças possam ler. Quero que as pessoas conheçam essa história, se divirtam e também reflitam sobre a mensagem que ela traz”, destacou.

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