O Acre receberá, no próximo dia 16 de setembro, a visita do Ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. Ele participará da abertura da etapa estadual da II Conferência Nacional do Trabalho (II CNT), que será realizada no auditório do Sebrae, em Rio Branco, das 8h às 18h.
O objetivo do evento é discutir diretrizes para o fortalecimento do trabalho decente no Brasil, em um espaço democrático que reúne trabalhadores, empregadores e governo. Além do ministro, autoridades locais, lideranças sindicais e representantes do setor produtivo também marcarão presença.
O Acre receberá, no próximo dia 16 de setembro, a visita do Ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho/Foto: José Cruz/Agência Brasil
As conferências estaduais estão acontecendo em todo o país até dezembro de 2025, preparando o caminho para a etapa nacional, marcada para março de 2026, em São Paulo.
O Acre está em franco crescimento, de acordo com o Painel de Indicadores da Rede de Observatórios do Trabalho, no 2º trimestre de 2025 o Acre tinha 350 mil pessoas economicamente ativas e uma taxa de desemprego de 7,4%. Em Rio Branco, o índice chegou a 7,7%. Daí a necessidade de debater políticas públicas que incentivem a geração de empregos formais e a qualificação da mão de obra.
Ele participará da abertura da etapa estadual da II Conferência Nacional do Trabalho (II CNT), que será realizada no auditório do Sebrae, em Rio Branco/Foto: Reprodução
Para o superintendente regional do Trabalho no Acre, Leonardo Lani de Abreu, o momento é decisivo: “Valorizar o emprego formal e estimular a qualificação profissional significa não apenas gerar renda, mas também fortalecer a economia local e regional. A Conferência é uma oportunidade para que o Acre contribua com sua experiência e desafios, garantindo que as políticas públicas nacionais tenham como base as realidades vividas pela população do nosso estado.”
O secretário de Relações do Trabalho do MTE, Marcos Perioto, também destacou a relevância da etapa estadual: “Elas trazem para o centro da conferência a diversidade local e regional do país, garantindo que as propostas reflitam as realidades locais e fortaleçam o processo nacional de construção coletiva do trabalho decente.”
