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MP recomenda reabertura do inquérito sobre morte da irmã de Regina Lemos

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MP recomenda reabertura do inquérito sobre morte da irmã de Regina Lemos

O Ministério Público do Rio de Janeiro emitiu um parecer sugerindo o desarquivamento do inquérito que investiga a morte de Therezinha Lemos Yamada, irmã da socialite Regina Gonçalves. O ex-motorista Marcos Chaves Ribeiro, que segue preso, é quem está sendo investigado. A decisão foi tomada na semana passada e a informação foi confirmada por Thiago Gebaili, procurador e advogado de Marcelo, filho de Therezinha, à reportagem do portal LeoDias.

O laudo do falecimento apontou falência múltipla dos órgãos, choque séptico, infarto agudo do miocárdio e hipertensão arterial sistêmica. Entretanto, os filhos levantam suspeitas sobre as circunstâncias da morte com base em relatos de funcionários que denunciaram maus-tratos cometidos pelo homem que afirmar ter sido casado com a socialite.

Veja as fotos

As irmãs Therezinha Yamada e Regina Gonçalves (vestido florido) posando para fotoReprodução de Álbum de família
As irmãs Therezinha Yamada e Regina Gonçalves (vestido florido) posando para foto e José MarcosFoto: Divulgação
Regina LemosReprodução/Globo

Marcelo Yamada disse que o motorista já empurrou Therezinha da escada da mansão onde ela morava em São Conrado, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

Na época, Regina, Therezinha e José Marcos moravam juntos em São Conrado e também no Edifício Chopin, em Copacabana – onde a socialite declarou ter sido mantida em cárcere privado. Colaboradores alegaram que o ex-motorista costumava oferecer bebidas alcoólicas às duas e, além disso, gravaram vídeos denunciando que ele as obrigava a beber.

O parecer que fundamentou e sugeriu o desarquivamento enfatizou a existência de novos elementos probatórios. Os promotores ressaltaram que, no caso de Regina, o MP reuniu “robusto material probatório” contra José Marcos, que responde por tentativa de feminicídio e violência psicológica contra Regina.

Agora, se o inquérito for desarquivado, o caso passará ao promotor natural, que deve solicitar novas diligências à Polícia Civil para apurar se houve dolo na morte de Therezinha.

No início de setembro, em entrevista ao O Globo, Regina falou sobre a morte da irmã, ocorrida em 2016. Ela acusa o ex-motorista de homicídio, que está preso desde o final de agosto. “Ele deixou minha irmã dormindo do lado de fora da casa…por quatro noites. Depois, ela morreu”, declarou.

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