A Polícia de Los Angeles investiga a morte de Celeste Rivas, 15, encontrada esquartejada e em avançado estado de decomposição dentro de um Tesla registrado em nome do músico D4vd (David Anthony Burke) no dia 8 de setembro, em Hollywood Hills. O caso é tratado como homicídio. Até o momento, não há acusação formal contra o artista, que, segundo sua assessoria, está cooperando com as autoridades.
Reprodução/Instagram
Por que o nome do cantor entrou no caso
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Faixa não lançada: de acordo com o TMZ, circula on-line uma canção atribuída a D4vd, publicada em uma plataforma onde ele costumava compartilhar demos, com o título “Celeste_Demo unfin”. A letra menciona “Celeste” em tom afetivo/obsessivo.
↳ Importante: a polícia não confirmou que a “Celeste” da música seja a mesma vítima. -
Tatuagem idêntica: antes mesmo da identificação, a polícia informou que a vítima tinha a palavra “Shhh…” tatuada no dedo indicador direito — mesmo local e expressão que D4vd ostenta. A semelhança é apurada, mas não comprova vínculo direto.
Linha do tempo do caso
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Abr/2024 — Celeste Rivas é dada como desaparecida.
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8/set — Funcionários de um pátio de veículos percebem odor forte vindo de um Tesla rebocado; policiais encontram um corpo dentro de saco plástico.
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Dias seguintes — A vítima é identificada como Celeste Rivas; o Tesla está registrado em nome de D4vd.
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Agora — O artista mantém agenda de shows e, por nota, afirma cooperar totalmente com a investigação. Ele ainda não se pronunciou diretamente sobre as suspeitas.
Pontos em aberto (o que falta esclarecer)
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Como e quando Celeste entrou no veículo.
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Local exato e circunstâncias da morte.
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Se há laudos periciais ligando a vítima ao artista (DNA, digitais, telefonia).
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Autoria e motivação do crime.
Contexto
D4vd ganhou projeção internacional com hits indie/R&B e tem turnê marcada — inclusive está anunciado para o Lollapalooza Brasil 2026. A equipe do cantor afirmou que ele foi notificado do ocorrido e coopera com as autoridades.
Nota de cautela: até aqui, as ligações por música e tatuagem são elementos investigativos e relatos da imprensa (como o TMZ). Não há confirmação oficial de que estabeleçam relação direta entre o artista e o crime.
Fontes citadas no texto: Metrópoles
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