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Onde o vento faz a curva: por que Rondônia redireciona os “rios voadores”

Por Redação

Rondônia dá sentido literal ao ditado “onde o vento faz a curva”. O estado está no ponto de inflexão dos ventos úmidos que cruzam a América do Sul — os Jatos de Baixos Níveis (JBN), popularmente chamados de “rios voadores”. Ao encontrarem a barreira da Cordilheira dos Andes, esses fluxos giram para o Sul e Sudeste, e Rondônia, junto com Acre e Bolívia, é justamente a “esquina” dessa mudança de rota.

Como nascem os rios voadores — Foto: Infografia/g1

Como isso funciona

Por que Rondônia é estratégica

O risco do desmatamento

A floresta amazônica é uma “fábrica” de vapor: árvores evapotranspiram e mantêm o ar úmido. Desmatamento reduz essa umidade, enfraquece os JBN e pode diminuir a ZCAS, impactando as chuvas em todo o Centro-Sul. Proteger a cobertura florestal em RO é proteger o regime de chuvas do país.

Bandeira de Rondônia balançando com o vento — Foto: Daiane Mendonça

Fonte: g1 RO; entrevista com o prof. João Gobo (climatologia/UNIR)
Redigido por ContilNet

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