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PCC tem grupo de elite para “ataques contra autoridades”, diz Derrite

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PCC tem grupo de elite para “ataques contra autoridades”, diz Derrite

O secretário de Segurança Pública de São Paulo (SSP), Guilherme Derrite, afirmou que o Primeiro Comando da Capital  (PCC) tem um grupo de elite com criminosos treinados para planejar e executar atentados contra autoridades. A fala ocorreu nesta sexta-feira (26/9), em meio às investigações sobre a morte do ex-delegado-geral da Polícia Civil, Ruy Ferraz Fontes, assassinado no dia 15 de setembro em Praia Grande, no litoral paulista.

PCC tem grupo de elite para “ataques contra autoridades”, diz Derrite27 imagensA execução do ex-delegado-geral da Polícia Civil Ruy Ferraz FontesA execução do ex-delegado-geral da Polícia Civil Ruy Ferraz FontesA execução do ex-delegado-geral da Polícia Civil Ruy Ferraz FontesA execução do ex-delegado-geral da Polícia Civil Ruy Ferraz FontesA execução do ex-delegado-geral da Polícia Civil Ruy Ferraz FontesFechar modal.PCC tem grupo de elite para “ataques contra autoridades”, diz DerritePCC tem grupo de elite para “ataques contra autoridades”, diz Derrite1 de 27

A execução do ex-delegado-geral da Polícia Civil Ruy Ferraz Fontes

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O velório do ex-delegado-geral da Polícia Civil Ruy Ferraz Fontes

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O velório do ex-delegado-geral da Polícia Civil Ruy Ferraz Fontes

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O velório do ex-delegado-geral da Polícia Civil Ruy Ferraz Fontes

Valentina Moreira/Metrópoles

Segundo Derrite, a execução de Ruy Ferraz está ligada ao grupo chamado de “restrita tática”. “É por isso que a gente não pode subestimar a organização criminosa. Eles são extremamente perigosos”, afirmou o secretário.

“De uns anos para cá, eles montaram um grupo da organização criminosa chamado ‘restrita tática’. Os indivíduos dessa restrita tática são treinados para realizarem atentados contra autoridades. Eles passam por treinamentos com diversos armamentos”, disse Derrite.

Também nesta sexta (26/9), o secretário afirmou que um dos atiradores que matou o ex-delegado foi preso pelas autoridades. Rafael Marcell Dias Simões, de 42 anos, conhecido como Jaguar, se entregou à polícia na madrugada do dia 20 de setembro, cinco dias após o crime. Ele nega participação no assassinato do ex-delegado e diz que tinha ido buscar a filha na escola no momento da emboscada.

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Presos

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), quatro pessoas foram presas e outras quatro são procuradas até o momento. As autoridades ainda aguardam resultados de laudos periciais e prosseguem com as investigações.

William Silva Marques, dono da casa usada como QG do crime; Rafael Marcell Dias Simões, que se entregou no último sábado (20/9); Dahesley Oliveira Pires, acusada de ser a pessoa que buscou o fuzil no litoral paulista; e Luiz Henrique Santos Batista, conhecido como Fofão, que teria sido responsável por dar carona para um dos criminosos fugir da cena do crime são os quatro presos até agora.

Os quatro foragidos são: Felipe Avelino da Silva, conhecido como Mascherano, e Flávio Henrique Ferreira de Souza, que tiveram material genético encontrado em um dos carros usados no crime; Luis Antônio Rodrigues de Miranda, procurado por ter pedido à Dahesley para ir buscar um dos fuzis utilizados na execução e, agora, Humberto Alberto Gomes.

O que se sabe sobre a execução

A polícia usa imagens de câmeras de segurança para entender a dinâmica do crime que vitimou o ex-delegado Ruy Ferraz Fontes, no dia 15 de setembro, no litoral paulista.

Um vídeo obtido pelo Metrópoles mostra o momento em que os criminosos dera início à emboscada. Eles estacionaram um carro em uma rua próxima da Prefeitura de Praia Grande, onde a vítima trabalhava como titular da Secretaria de Administração, às 18h02.

Após 14 minutos, o veículo de Ruy Fontes aparece na gravação, passa ao lado dos criminosos e é alvo de tiros. Ruy tenta fugir, mas é perseguido, bate o carro em um ônibus após cerca de 2,5 quilômetros e é executado.

Nenhuma linha de investigação descartada

Autoridades da SSP não descartam a participação de agentes públicos na execução de Ferraz. Além de ter sido inimigo número 1 do PCC quando atuava como delegado, Ruy Ferraz tinha inimizades dentro da polícia e trabalhava como secretário de Administração em Praia Grande, onde pode ter contrariado interesses locais. Oficialmente, nenhuma hipótese é descartada pela cúpula da SSP.

PCC tem grupo de elite para “ataques contra autoridades”, diz Derrite6 imagensRuy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São PauloRuy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São PauloRuy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São PauloRuy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São PauloRuy Ferraz Fontes, ex-delegado-geral da Polícia Civil de SPFechar modal.PCC tem grupo de elite para “ataques contra autoridades”, diz DerritePCC tem grupo de elite para “ataques contra autoridades”, diz Derrite1 de 6

Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São Paulo

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Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São Paulo

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Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São Paulo

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Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São Paulo

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Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São Paulo

Divulgação/Polícia CivilPCC tem grupo de elite para “ataques contra autoridades”, diz Derrite6 de 6

Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado-geral da Polícia Civil de SP

Divulgação/Polícia Civil de SP

Internamente na Polícia Civil, a ação tem sido comparada à execução do corretor de imóveis Vinícius Gritzbach, inimigo do PCC morto com 10 tiros de fuzil no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. De acordo com as investigações, três PMs teriam sido contratados pela facção para executar o crime.

Entre as linhas de investigação sobre o mando do crime, a força-tarefa acredita em uma possível vingança do PCC. Ruy Ferraz foi o primeiro delegado a investigar a facção no estado, no começo dos anos 2000, e atuou na transferência algumas das principais lideranças para presídios federais de segurança máxima, como Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola.

Quem era Ruy Ferraz

 

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