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Ação perto da Colômbia termina em 14 mortes após ampliação de ofensiva naval dos EUA

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Ação perto da Colômbia termina em 14 mortes após ampliação de ofensiva naval dos EUA

Os Estados Unidos anunciaram novos bombardeios a embarcações no Oceano Pacífico, próximo ao litoral colombiano nesta terça-feira (28/10). A ofensiva militar, autorizada pelo presidente da potência americana, Donald Trump, resultou na morte de 14 pessoas e elevou a tensão diplomática com países vizinhos.

Segundo o secretário de Defesa norte-americano, Pete Hegseth, caças e navios de guerra realizaram 3 investidas sucessivas contra 4 barcos nesta última segunda-feira (27/10). A operação ocorre em rota marítima frequentemente investigada por tráfico internacional de drogas. Apenas um tripulante sobreviveu, resgatado com apoio de militares mexicanos.

Veja as fotos

Secretário de Defesa norte-americano, Pete Hegseth, confirmou o ataque dos EUA nesta terça-feira (28/10)Reprodução: X/@SecWar
Imagens do ataque dos EUA próximo à Colômbia nesta terça-feira (28/10)Reprodução: X/@SecWar
Imagens do ataque dos EUA próximo à Colômbia nesta terça-feira (28/10)Reprodução: X/@SecWar
O Secretário da Guerra dos EUA, Pete Hegseth, divulgou um vídeo mostrando o um ataque dos EUA a uma embarcação no Oceano PacíficoReprodução: @RealDonaldTrump/TruthSocial
Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva se encontraram na MalásiaFoto: Ricardo Stuckert

O governo afirma que todos os alvos eram controlados por organizações criminosas que abastecem o mercado norte-americano de entorpecentes. Apesar disso, não foram apresentados registros públicos que sustentem a acusação. “Esses narcoterroristas mataram mais americanos do que a Al-Qaeda e serão tratados da mesma forma”, declarou Hegseth, prometendo que as Forças Armadas continuarão rastreando e abatendo as embarcações.

A nova onda de ataques elevaria para 14 o total de barcos destruídos desde setembro, somando mais de 50 mortos. Até agora, os anúncios vinham sendo divulgados de forma isolada, o que ampliou a repercussão desta última ação, a maior em número de alvos atingidos.

As operações fazem parte da campanha declarada pelo governo Trump contra cartéis latino-americanos, apresentada como uma “guerra” para impedir que drogas alcancem o território norte-americano. Analistas e veículos de imprensa nos Estados Unidos apontam também que a iniciativa é também uma pressão para enfraquecer a gestão de Nicolás Maduro, na Venezuela.

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