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Acreana de 20 anos marca presença em todas as passarelas da semana de moda de Milão; confira

Por Beth Passos, ContilNet

A semana de moda de Milão parou o mundo para mostrar o que será tendência nos próximos seis meses. A belíssima acreana Bianca Martinello, de 20 anos, marcou presença em todas as passarelas representada pela agência NASS Model.

Aniversariante de setembro, Susie Elizabeth Lamas celebrou a chegada dos 54 anos apresentando uma bela trajetória de vida.

Além do serviço público, ela criou sua própria empresa de treinamentos, lançou dois livros — um deles premiado pelo Ranking Brasil — e passou a integrar a maior liga de Mulheres Escritoras em prol de vítimas de violência.
Com o segundo livro, foi homenageada pela Câmara de Vereadores do Estado de São Paulo ao lado de 49 mulheres coautoras. Também lançou o prêmio no Acre, tornando-se closer de vendas de palestrantes de várias referências no Brasil. Fez parcerias com institutos em São Paulo, pelos quais realiza treinamentos diferenciados para líderes e equipes, com a coleção exclusiva “Jogos da Descoberta”, disponível apenas para os estados do Acre e Rondônia.

O aniversário da jornalista Kelly Kley foi celebrado com encontro de amigos no Bahrem Burger & Grill, em Rio Branco.

A bacharel em Design de Moda e estilista acreana Dheymm Morais – pós-graduada em moda e sustentabilidade – apresentou sua coleção Renascer no primeiro workshop promovido pelo Sebrae/Acre para empresas locais.

A educadora Sílvia Estela Favale arrancou a folha do calendário com um belo ensaio fotográfico.

A ACOS – Associação dos Colunistas Sociais do Acre realizou confraternização dos aniversariantes de agosto com um jantar especial no restaurante Point do Pato, preparado pela chef Socorro Jorge.

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Assim, na disputa entre pauta de costumes versus pauta identitária, esqueçam o chavão “mulher XX, homem XY”.

Em termos de sexo biológico, há mais de uma centena de variações genéticas. Algumas são incapacitantes, outras têm pouquíssimas repercussões físicas e são diagnosticadas tardiamente.

São raras, é verdade, mas essas pessoas existem.

Portanto, ao criticar alguém ou um grupo por suas escolhas sexuais, evitem o velho chavão “mulher XX, homem XY”.

Primeiro, porque escolha nada tem a ver com genética.

Segundo, porque a premissa está equivocada. Entre as inúmeras variações conhecidas, há, sim, homens XX e mulheres XY.

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