O Botafogo vĂȘ sua crise financeira se agravar com a ausĂȘncia de apoio da Eagle, empresa em disputa judicial com John Textor, e mantĂ©m pendĂȘncias de pagamento junto ao elenco. A promessa de quitar as premiaçÔes do Mundial de Clubes expirou nesta quinta-feira, e a SAF aguarda uma definição do setor responsĂĄvel para responder aos atletas antes do jogo contra o Mirassol, no sĂĄbado. As informaçÔes sĂŁo do jornalista Diogo Dantas, do Jornal O Globo.
A disputa pelo G-4 ocorre em meio a um cenårio de incerteza sobre o fluxo de caixa do Botafogo até o fim do ano. Por enquanto, os salårios do elenco seguem em dia. Mesmo assim, hå movimentaçÔes internas na SAF diante do risco de redução nos investimentos em 2026, reforçando a necessidade de planejamento.
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A diretoria trabalha em um plano para quitar as premiaçÔes atrasadas e acredita que o grupo aceitarĂĄ um parcelamento dos valores pendentes. No entanto, no começo da Ășltima semana, isso foi motivo de atrito entre o elenco profissional e membros da diretoria.
AlĂ©m disso, a dĂvida com os jogadores representa apenas parte do problema. Diversas cobranças externas se acumulam sem que o clube tenha recursos prĂłprios para honrar seus compromissos.
A SAF espera novos aportes de John Textor, que até o momento não demonstra fÎlego para ampliar o investimento. Paralelamente, o empresårio americano concentra esforços na tentativa de adquirir o Wolverhampton, da Inglaterra.
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