Governo Lula discute habilitação de frigoríficos do Acre para vender carne ao Chile

Essas medidas dão mais competitividade aos frigoríficos locais e reforçam o papel do Acre como porta de entrada para o Pacífico.

O Acre pode conquistar, em breve, um espaço ainda maior no mercado internacional de carnes. O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, e o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Jorge Viana, discutiram nesta terça-feira (30) a habilitação de frigoríficos acreanos e rondonienses para exportar ao Chile.

De acordo com o Ministério da Agricultura (Mapa), a iniciativa faz parte da estratégia do Governo Federal de ampliar as oportunidades comerciais do Brasil com foco especial na região amazônica.

Governo discute abertura do mercado chileno para frigoríficos do Acre/Foto: Reprodução

Durante a reunião, foram apresentadas ações para melhorar o fluxo de exportações das indústrias acreanas de carne suína e bovina. Entre as medidas estão:

• Reforço do Vigiagro, para ampliar a fiscalização sanitária e garantir a qualidade do produto;
• Sincronismo entre as alfândegas do Brasil e do Peru, agilizando o trânsito de cargas pela rota bioceânica;
• Renovação de certificados sanitários, garantindo mais segurança e eficiência às operações.

Essas medidas dão mais competitividade aos frigoríficos locais e reforçam o papel do Acre como porta de entrada para o Pacífico.

O Mapa ressalta que o Acre ocupa posição estratégica na ligação do Brasil com o Oceano Pacífico, sendo o estado brasileiro mais próximo do Porto de Chancay, no Peru. Essa localização permite que a produção local alcance mercados como Chile, Peru e países da Ásia com mais rapidez e menores custos logísticos.

“Agora reforçamos as exportações pela rota bioceânica via Acre, com Chile, Peru e República Dominicana, além da renovação de certificados sanitários. Também vamos fortalecer o Vigiagro e sincronizar as operações com a alfândega peruana para tornar o processo mais ágil e eficiente”, afirmou o ministro Carlos Fávaro.

Com informações do site Estadão. 

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