O aguardado Victoria’s Secret Fashion Show 2025, realizado na quarta-feira (15/10), reacendeu o glamour e as polêmicas que cercam um dos desfiles mais tradicionais do mundo da moda.
Apesar de trazer de volta nomes lendários e promover mais diversidade, o evento foi alvo de críticas por falta de coerência entre os looks apresentados e pelo peso excessivo das asas de anjo, símbolo máximo da marca.

Dimitrios Kambouris/Getty Images for Victoria’s Secret via Getty Images
👗 Desfile marcado por nostalgia e incoerência
Considerado a “Copa do Mundo das mulheres”, o desfile marcou a segunda edição desde o retorno da marca, após seis anos de hiato. O line-up trouxe uma mistura de veteranas e novas modelos, em um clima de nostalgia e modernidade.
Entre as Angels que voltaram à passarela estavam Adriana Lima, Alessandra Ambrósio, Candice Swanepoel, Behati Prinsloo e Barbara Palvin. No entanto, mesmo com o elenco estrelado, o público criticou a falta de coesão estética entre os blocos temáticos e a exagerada teatralidade dos figurinos.
“Parecia que cada look vinha de um desfile completamente diferente”, comentou um internauta nas redes sociais.
🪽 Asas pesadas e desconforto na passarela
As asas icônicas da marca, conhecidas por simbolizar glamour e empoderamento, foram reinventadas nesta edição — mas dividiram opiniões.
A modelo Jasmine Tookes abriu o desfile com uma estrutura perolada que remetia a uma ostra, tornando-se a segunda mulher negra a abrir o evento, após Naomi Campbell, em 1996.
Entretanto, outras Angels enfrentaram dificuldades visíveis com o peso das estruturas. Bella Hadid, por exemplo, desfilou com asas que pesavam cerca de 23 quilos, e o público notou o esforço físico e aparente cansaço da modelo na passarela.
Gigi Hadid e Ashley Graham também foram alvo de comentários após surgirem com acessórios enormes que limitavam os movimentos e escondiam parte do corpo.
💍 Acessórios extravagantes e críticas de excesso
Além das asas, o desfile contou com adornos de cabeça, cintos e brincos de grandes proporções, que, segundo os espectadores, acabaram “roubando a cena” e ofuscando as lingeries, que deveriam ser o foco principal da apresentação.
Críticos de moda apontaram que o excesso de elementos comprometeu a fluidez visual do show e o conceito de leveza que sempre marcou a Victoria’s Secret.
Mesmo com as críticas, o evento manteve seu impacto midiático global, reforçando o retorno da marca aos holofotes — ainda que em meio à controvérsia entre estética, peso simbólico e desconforto literal.
Fonte: Revista Vogue / Harper’s Bazaar / Redes sociais / Metrópoles
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