Lula incomunicável durante a megaoperação no Rio

Por Metrópoles 28/10/2025

O presidente Lula estava incomunicável durante praticamente toda a megaoperação no Rio de Janeiro que mirou o Comando Vermelho e acabou resultando na morte de mais de 60 pessoas, nesta terça-feira (28/10).

Durante a ação, Lula estava voando da Malásia para Brasília. O petista viajou no KC-30 da Aeronáutica. Trata-se de um Airbus A330-200 que, diferentemente do avião presidencial (VC-1), não tem sistema de internet e telefone.

Lula incomunicável durante a megaoperação no Rio4 imagensAvião KC-30 da Força Aérea BrasileiraLula incomunicável durante a megaoperação no RioAviãoo presidencial (VC-1) e o KC-30 da FABFechar modal.Lula incomunicável durante a megaoperação no RioLula incomunicável durante a megaoperação no Rio1 de 4

Lula e Trump na Malásia

Andrew Harnik/Getty ImagesLula incomunicável durante a megaoperação no Rio2 de 4

Avião KC-30 da Força Aérea Brasileira

Força Aérea BrasileiraLula incomunicável durante a megaoperação no Rio3 de 4

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.fotoLula incomunicável durante a megaoperação no Rio4 de 4

Aviãoo presidencial (VC-1) e o KC-30 da FAB

Hugo Barreto/Metrópoles

O presidente optou por viajar no KC-30 por ele ter uma autonomia maior do que o chamado “Aero Lula”. O avião permitiu ao petista ir da Malásia para Brasília com apenas uma escala em Joanesburgo, capital da África do Sul.

Lula decolou de Kuala Lumpur na manhã da terça-feira, noite da segunda-feira (27/10) no Brasil. A previsão é de que o chefe do Palácio do Planalto pouse na capital federal por volta das 21h da terça.

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Com Lula incomunicável, restou ao presidente em exercício, Geraldo Alckmin, e aos ministros Rui Costa (Casa Civil) e Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) comandar a reação do governo federal à crise.

Em entrevista pela manhã, o governador do Rio, Cláudio Castro (PL), chegou a acusar o governo Lula de negar ajuda para operações policiais no Rio. Ele disse ainda que o estado estava “sozinho” na operação da terça-feira.

Após reações no governo, Castro ligou para Gleisi e modulou o tom. “Ele disse que não criticou o governo e explicou que esclareceu que o governo federal não participou (da operação) porque ele não pediu ajuda”, relatou a ministra.

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