É no mínimo curioso pensar na diferença do tratamento judicial entre Lula e Bolsonaro.
Enquanto um se debate contra a justiça, se coloca como vítima, perseguido, após tentar um golpe de Estado e, contraditoriamente à sua narrativa de inocência, pede anistia pelos crimes cometidos – ganha o privilégio de uma festa de 15 anos para a filha com direito a uma lista de convidados, o seu adversário não conseguiu nem mesmo ir ao enterro do próprio irmão à época e jamais pediu anistia – pedia justiça.
O destino de Bolsonaro já foi selado pelo STF, após longo processo ao qual teve todos os direitos garantidos: ele foi con-de-na-do.
Afinal, como é isso? Vai ter papuda?

