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Por que, na TV, o sucesso nem sempre é permitido?

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Por que, na TV, o sucesso nem sempre é permitido?

Não é por nada, mas tem coisas bem esquisitas acontecendo nesse nosso meio.

Em uma matéria do Alexandre Cossenza no UOL, Fernando Meligeni contou os motivos que o levaram a deixar a ESPN – entre outros, a insatisfação por desmancharem sua dupla com Fernando Nardini nas transmissões do tênis.

Inexplicável, de fato. O entrosamento, bom humor e a leveza dos dois sempre contaram pontos a favor.

Mais curioso ainda é isso acontecer na ESPN, que teve nos saudosos Paulo Soares e Antero Greco, uma dupla que entrou para a história do jornalismo esportivo.

Ou quem, do esporte ainda, não gostava de encontrar Milton Leite e Maurício Noriega nas transmissões do SporTV? Luiz Carlos Jr. e Lédio Carmona?

Galvão Bueno e Arnaldo Cezar Coelho na Globo?

Está parecendo que as TVs têm medo de ficar dependentes do sucesso dos seus talentos. Onde já se viu isso?

E as notícias que saem só aumentam o tamanho do nó na cabeça: “não queremos mais um Galvão Bueno que fique tantos anos” ou “não será permitido a nenhum outro durar os anos que o Bonner durou no JN”.

Qual o problema? Isto é sinal de acerto. Assim como é preciso reconhecer e comemorar o sucesso de quem merece.

(Fernando Meligeni e Fernando Nardini – Crédito: Instagram)

Amuleto

Um belo dia, esta santa coluna comentou o exagerado uso dos tablets nos jornais da TV.

Não que eles não sejam necessários. Mas a obrigação de ficar com aquilo nas mãos o tempo todo, mesmo em ocasiões em que são dispensáveis.

Pois bem

A crítica à utilização desses aparelhos foi direta, sem com isso querer generalizar. Mas houve quem generalizasse na interpretação da nota.

O uso dos tablets e mesmo celulares pelos apresentadores e repórteres nas ruas, inclusive para o armazenamento de informação e transmissão de dados, é sempre fundamental e imprescindível. Como cansamos de ver agora, por exemplo, na cobertura dos acontecimentos do Rio. Antes era o bloquinho.

Surpresa

O SBT, na quarta-feira, promoveu a coletiva do “Teleton” e anunciou convidados, atrações musicais e a meta de alcançar R$ 35 milhões com as arrecadações.

Mas, segundo se informa, algumas surpresas ainda serão reveladas nos próximos dias.

Por exemplo

Em relação ao Galvão Bueno, ele deve ser uma dessas.

Ao necessário pedido do SBT à Band, onde tem contrato, a liberação foi imediata. E ao convite enviado, só resta o Galvão confirmar a presença.

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(Galvão / Divulgação)

A conferir

Dizem, mas ainda não provam, que o SBT já tem o “ok” para, a qualquer momento, anunciar a transmissão da Copa do Mundo. Hoje ainda ou até na segunda-feira, se assim desejar. Ou, quem sabe, não segurar até o Teleton, como ocasião especial?

A FIFA, para se ter uma ideia, tem que aprovar até o release.

Todo-poderoso

No UpFront da Disney, importante informar, Boninho foi apresentado como showrunner e consultor criativo “em projetos com a Disney Brasil em 2026”.

Portanto, além do “The Voice”, os tantos outros, incluindo a “Casa do Patrão”, que vem aí na Record.

Está prometendo

Foi bem interessante, quarta-feira, o começo do novo “Melhor da Noite” na Band, com Felipeh Campos e Pâmela Lucciola.

O desafio, pela questão do horário e a presença da igreja no prime time, é sempre muito grande. Mas o programa está com uma outra cara. Prometendo.

(Melhor da Noite – Reprodução Band)

Independente

Vivian de Oliveira, com toda uma história na Record, escreveu a série “Dor Invisível”, sob a direção de Mário Brejeira.

Trata-se de uma produção independente, que aborda a depressão pós-parto e a fé como instrumento de cura. Priscila Ubba lidera o elenco.

(Priscila Ubba / Divulgação)

Olha aí

A GE TV, quarta-feira, com Racing e Flamengo, alcançou outro recorde: 2.9 milhões.

Se considerarmos que o jogo também foi mostrado em outros lugares, entre TV aberta, paga e streaming, o registro é dos mais interessantes.

Dia das Bruxas

O “Mais Você” desta sexta-feira, na Globo, terá uma edição temática de Halloween.

Isso, desde o estúdio, devidamente transformado e decorado para a ocasião, até as comidinhas e ao figurino da Ana Maria Braga, além de personagens clássicos da data, como zumbis e médico-monstro.

Registro necessário

Uma sexta-feira que não deixa de ser histórica na TV: logo mais, teremos a troca do William Bonner pelo Cesar Tralli no “Jornal Nacional”, da Globo.

Uma página importante, que será virada, e outra que começa.

(Divulgação Globo)

Bate – Rebate

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